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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Veterinario - Lançada campanha global contra raiva animal


Lançada campanha global contra raiva animal

Pernambuco.com
As pessoas têm que levar os animais em um veterinário para fazer essa vacinação. Graças a Deus, o Brasil, há mais de três décadas, tem essa campanha de vacinação", declarou Rosangela Ribeiro. Ela disse ainda que devido ao problema com as vacinas contra ...

Cordeiro & Vinho


Para conhecimento:

Veja este link:
http://cordeiroevinhobyucha.blogspot.com/2011/09/apris-apresenta-as-vantagens-do-consumo.html

ONG AIAS
Caprinos & Ovinos
Mario  Augusto de Oliveira
MMAOB


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Manejo do solo e nutrição de plantas é tema de seminário na Embrapa

Fonte: Imprensa - Embrapa Suínos e Aves

Manejo do solo e nutrição de plantas é tema de seminário na Embrapa

A importância das práticas que afetam a qualidade do solo e o uso correto dos fertilizantes orgânicos para o aumento da produtividade é o tema do "Seminário Sobre Manejo, Conservação e Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas" que acontece nos próximos dias 6 e 7 de outubro no auditório da Embrapa Suínos e Aves de Concórdia/SC, empresa de pesquisa agropecuária vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O seminário tem como objetivo informar sobre a importância das práticas que afetam a qualidade do solo e o uso correto dos fertilizantes orgânicos para o aumento da produtividade, com a preocupação de se preservar a qualidade físico-química dos solos agrícolas do Alto Uruguai Catarinense.

A programação inclui palestras sobre atualidades em física do solo, com o professor Mastrângello Lanzanova, da UERGS; atualização em fertilidade do solo, com o professor Paulo Cezar Cassol, da UDESC; uso de fertilizantes orgânicos em solos do Alto Uruguai, com o pesquisador Jorge Luis Mattias, da Epagri; e nutrição de plantas em grandes culturas e pastagens e manejo e conservação do solo, com os pesquisadores Juliano Corulli Corrêa e Rodrigo Nicoloso, da Embrapa Suínos e Aves, respectivamente.

O evento é aberto ao público e tem a promoção da Embrapa Suínos e Aves e da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Concórdia e Região (Agrocon).

Programação

Quinta-feira, 6/10
13h às 13h30 - Abertura
13h30 às 15h - Atualidades em física do solo - Mastrângello Lanzanova - UERGS
15h às 15h15 - Intervalo
15h15 às 16h45 - Manejo e conservação do solo - Rodrigo Nicoloso - Embrapa Suínos e Aves
16h45min - 17h: Debate.

Sexta-feira, 7/10
8h30 às 10h - Atualização em fertilidade do solo - Paulo Cezar Cassol - UDESC
10h às 10h15 - Intervalo
10h15 às 11h45 - A nutrição de plantas em grandes culturas e pastagens - Juliano Corulli Corrêa - Embrapa Suínos e Aves
11h45 às 12h15 - Debate
12h15 às 13h30 - Intervalo
13h30 às 15h - Uso de fertilizantes orgânicos em solos do Alto Uruguai - Jorge Luis Mattias - Epagri
15h às 15h15 - Intervalo
15h15 às 17h - Reunião em grupo e apresentação de sugestões para melhorar a qualidade ambiental dos sistemas de produção agrícola no Alto Uruguai Catarinense.

Lucas Scherer Cardoso (MTb/RS 10158)
Embrapa Suínos e Aves
(49) 3441.0454
lucas.cardoso@cnpsa.embrapa.br



Embrapa intensifica pesquisa no Norte de Minas Gerais

Pauta - Embrapa intensifica pesquisa no Norte de Minas Gerais

"Depois que esse trabalho começou a ser realizado aqui, conseguimos enxergar o Cerrado com outros olhos. Agora, temos muito mais conhecimento desse bioma, sabemos como preservá-lo e como conseguir obter renda a partir dele".  O relato é de Maria Lúcia de Oliveira, presidente da cooperativa de agricultores familiares agroextrativistas de Água Boa 2 – comunidade do município de Rio Pardo de Minas.

Água Boa 2 e Vereda Funda, ambas localizadas neste município mineiro do Norte do estado, participam das pesquisas coordenadas pela Embrapa Cerrados, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que, em sua primeira fase, trataram da avaliação participativa da aptidão agroecológica e extrativista das terras dos agricultores familiares visando à construção de sistemas de produção em bases ecológicas. Iniciado em 2007 e finalizado (primeira fase) no final de 2010, o projeto é desenvolvido dentro do Macroprograma da Embrapa que trata do apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar e à sustentabilidade do meio rural (MP 6).

A fase seguinte das atividades foi garantida com a aprovação, este ano, da segunda etapa do projeto. Os trabalhos já foram iniciados. O foco neste momento será desenvolver ações voltadas ao manejo sustentável de sistemas agrícolas e extrativistas, visando à segurança alimentar, geração de renda e fortalecimento do protagonismo dos agricultores familiares do Território do Alto Rio Pardo. As comunidades que participarão diretamente continuarão sendo Vereda Funda e Água Boa 2, que já apresentam um acúmulo de práticas e saberes. Nesta fase, além da continuidade das ações de pesquisa, serão realizadas atividades de irradiação das experiências exitosas para outras comunidades.

Resultados – de acordo com o líder do projeto, o pesquisador da Embrapa Cerrados João Roberto Correia, alguns resultados dessa primeira fase são considerados estratégicos e beneficiam não apenas as duas comunidades, mas todo o Território do Alto Rio Pardo (MG). Um dos destaques foi a criação das bases de um sistema de policultivo em uma área da comunidade (chapada) que há pelo menos 30 anos era usada apenas para cultivar eucalipto. "Foi utilizada neste local a mandioca, em consórcio com guandu, feijão gurutuba, amendoim, gergelim, arroz e mamona, além de espécies de adubos verdes, para recuperação de áreas degradadas".

De acordo com o pesquisador, a partir desse processo foi possível internalizar na comunidade Vereda Funda alternativas de uso dessas áreas de chapada que antes eram amplamente utilizadas para plantio de eucalipto por empresas reflorestadoras. "Vários grupos de comunidades da região realizaram inclusive visitas a este policultivo como forma de disseminação de uma experiência construída participativamente entre pesquisadores e agricultores", contou.

Segundo o pesquisador, também foram feitos estudos participativos de aproveitamento alimentar de espécies nativas, com destaque para a elaboração de um roteiro de produção do óleo da amêndoa do pequi a partir da sistematização da experiência dos próprios extrativistas.  "Com isso, eles passaram a produzir um óleo de melhor qualidade. E a experiência agora está sendo disseminada por eles para outras comunidades".

Outro destaque do trabalho foi a elaboração de subsídios técnicos para a criação de uma reserva extrativista na região, composta de remanescentes do Cerrado e localizada na área que envolve a comunidade Água Boa 2, além de outras comunidades de municípios vizinhos a Rio Pardo de Minas. O processo de criação da Resex Areião – Vale do Guará está atualmente sendo analisado pelo Instituto Chico Mendes, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Na sexta-feira da próxima semana (7) está programada uma reunião com representantes das comunidades envolvidas e instituições públicas para preparar a última fase da criação dessa Resex - uma audiência pública, a ser realizada ainda este ano em Rio Pardo de Minas. Esta reserva, além de proteger uma área de cerca de 40 mil hectares de Cerrado, ainda vai permitir o seu uso sustentável, gerando renda para os extrativistas que vivem no local.

Parceiros – o projeto conta com a parceria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rio Pardo de Minas, Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas, cooperativas das comunidades Água Boa 2 e Vereda Funda, Emater de Rio Pardo de Minas, Instituto de Ciências Agrárias da UFMG de Montes Claros, Unimontes, Universidade de Integração Luso Afro Brasileira (Unilab), Institute de Recherche pour le Développement (IRD), Institut National de la Recherche Agronomique (INRA), Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Embrapa Algodão e Embrapa Mandioca e Fruticultura.

Mais informações sobre este projeto de pesquisa podem ser obtidas com o pesquisador João Roberto Correia, por meio do e-mail jroberto@cpac.embrapa.br

Fonte/Redação:
Juliana Caldas (4861/14/90/DF)
Jornalista da Embrapa Cerrados
juliana.caldas@cpac.embrapa.br
(61) 3388 9945
Fotos: João Roberto Correia



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Problemas na exportação de algodão à Ásia

Fonte: Valor Online

Fabiana Batista

Os exportadores no Brasil estão tendo dificuldades para concluir contratos de venda de algodão ao mercado asiático por problemas no fluxo de pagamentos

Os exportadores no Brasil estão tendo dificuldades para concluir contratos de venda de algodão ao mercado asiático por problemas no fluxo de pagamentos. A estimativa é que a questão envolva, neste momento, cerca de 150 mil toneladas da pluma, ou 20% do que o Brasil deve exportar em toda a safra 2010/11. A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) acredita que os volumes não chegam a 10% dos embarques.

A Ásia é a principal região compradora do algodão brasileiro e, encabeçada pela China, também a maior exportadora global de têxteis. Em 2010, o bloco representou em torno de 90% do que Brasil embarcou no ano. O problema mais sério com pagamentos estaria ocorrendo apenas em Bangladesh, conforme Marcelo Escorel, presidente da Anea. "Nos outros países asiáticos, a questão é pontual", completou ele.





 

Mas, segundo uma fonte do segmento, de 20% a 30% das cartas de crédito de importação que deveriam ter sido emitidas no destino para entrega do produto em agosto, setembro e outubro não foram abertas. "Trata-se de um volume entre 150 mil e 180 mil toneladas de algodão que já devia ter sido embarcado", diz a fonte.

O CEO da Libero Commodities, Adrian Moguel y Anza, confirma que há uma incapacidade generalizada de fluxo de caixa na indústria de fiação na Ásia, provocada pela forte oscilação de preços entre o momento da compra antecipada do algodão e a data de entrega do produto. "Nossa estimativa é de que o volume seja perto de 20% das exportações", diz o executivo.

Há um ano, em setembro de 2010, a commodity valia em torno de US$ 1 a libra-peso na bolsa de Nova York. Diante de sinais de baixos estoques mundiais, os preços começaram a subir até superar US$ 2 a libra-peso em março deste ano. Muitas indústrias têxteis em todo o mundo, preocupadas com o abastecimento da matéria-prima, anteciparam-se e fecharam compras para entrega futura, deparando-se com preços elevados.

"Mas, desde então, as cotações recuaram fortemente, a demanda por têxteis caiu, e foi criado um problema generalizado de fluxo de caixa nessa indústria", explica o CEO da Libero, que deve embarcar de 10% a 12% de tudo o que o Brasil vai exportar no ciclo 2010/11. Segundo a Anea, os embarques da pluma estão previstos em 785 mil toneladas no atual ano safra. Em torno de 85% desse total deve seguir para a Ásia.

O presidente da Anea disse que o problema começou a ser identificado em julho, com o início dos embarques brasileiros da temporada. Agora, as exportadoras estão buscando escalonar as entregas em um prazo mais longo do que o previsto em contrato, de forma a "diluir" o impacto dos preços altos no caixa dos importadores.

Ele não acredita que o problema resultará em redução das exportações brasileiras da fibra. "Se as negociações não forem resolvidas, será encontrado um outro destino para as cargas. Algum volume que era para Bangladesh já está indo para a China", afirma Escorel, ressaltando que se trata de um volume inexpressivo.

A avaliação é de que a dificuldade na indústria têxtil não se restringe aos países asiáticos, mas passa por todo mercado mundial. Aqui no Brasil, representantes da indústria e dos produtores de algodão mantêm reuniões esporádicas para coibir quebra de contratos por causa da forte oscilação dos preços do algodão. Ontem, os futuros da pluma na bolsa de Nova York fecharam em leve queda, após terem recuado no limite de baixa na segunda-feira. Os contratos para dezembro encerram o pregão a US$ 1,0541 a libra-peso, desvalorização de 11 pontos.

Trator com controle remoto pode dar precisão ao campo


Valor Online

Ian Berry

Os fabricantes de equipamentos agrícolas estão explorando uma nova fronteira: a agricultura sem o agricultor

Os fabricantes de equipamentos agrícolas estão explorando uma nova fronteira: a agricultura sem o agricultor.

A Kinze Manufacturing Inc. e a Jaybridge Robotics estão desenvolvendo uma tecnologia que permitirá que tratores sejam operados sem ninguém atrás do volante. Outros fabricantes de equipamentos, tais como a Case IH, exploram maneiras de automatizar o trabalho agrícola.

Nos últimos dez anos, o trabalho de adivinhação ligado ao plantio e à colheita de milho, trigo e outras culturas foi sendo eliminado por meio de sistemas precisos guiados por satélite, que podem ajudar a gerenciar cada polegada de uma propriedade, garantindo eficiência e ajudando-o a evitar erros que possam prejudicar a produção.

Ainda assim, à medida que as propriedades agrícolas se expandem, os produtores se encontram sob maior pressão para encontrar mão de obra qualificada. O foco em sistemas de precisão tem aumentado à medida que sobem os preços de cultivo e os custos de fertilizantes se tornam mais voláteis.

Os agricultores necessitam de condições ideais para o plantio e a colheita. Especialmente nas regiões sub-tropicais, as temperaturas e a umidade do solo muitas vezes só são ideais para o plantio durante um curto espaço de tempo e conseguir semear a terra ou fazer a colheita na hora certa é um desafio.

A falta de tempo muitas vezes é agravada pela escassez de mão de obra que pode ocorrer durante os períodos de plantio e colheita, quando os agricultores mais precisam de ajuda. Alguns proprietários rurais também relutam em entregar a trabalhadores com pouca experiência equipamentos que podem custar mais de US$ 500.000

Mid-market rates: 2011-09-21 12:52 UTC
     
500.00 USD = 909.115 BRL
US Dollar   Brazilian Real
1 USD = 1.81823 BRL   1 BRL = 0.549985 USD

A Kinze, empresa do Estado agrícola de Iowa, com a ajuda de Jaybridge Robotics, de Massachusetts, está desenvolvendo dois produtos destinados a reduzir as pressões de tempo e mão de obra que os agricultores podem enfrentar.

O semeador autônomo da Kinze determina a rota mais eficiente para o plantio de um campo para logo fazer a semeadura sem a necessidade de um motorista. Um sistema de sensores garante que o trator não passe sobre qualquer obstáculo inesperado, como um poste ou um animal solto. A tecnologia tornou-se viável para a agricultura graças a seu crescente uso pela indústria de automóveis, o que baixou os custos.

Para a colheita, o agricultor ainda tem de operar uma colheitadeira, mas a carreta posicionada ao lado dela para receber os grãos é autônoma. A carreta mantém o ritmo da colheitadeira, e uma vez repleta, se dirige a um caminhão esperando à margem do campo que está sendo colhido. O agricultor precisaria de duas pessoas, em vez de três, para a colheita de grãos.

A Kinze, uma empresa de capital fechado com cerca de 650 funcionários, fabrica carretas de grãos e plantadeiras, mas não tratores. Os equipamentos autônomos serão adaptados para um trator.

Embora em tese os agricultores poderiam programar o plantador autônomo e ir para casa, um cenário mais provável é que o produtor rural use vários plantadores de uma só vez, monitorando de longe todos eles, diz Jeremy Brown, diretor de operações da Jaybridge.

"É um equipamento grande e caro, acho que os agricultores vão preferir ficar por perto", diz.

A Kinze e a Jaybridge estão trabalhando rapidamente para comercializar o equipamento, e a tecnologia deve chegar ao mercado no início do próximo ano, disse Susanne Kinzenbaw Veatch, gerente de marketing da Kinze. A Kinze não revelou preços potenciais para o equipamento.

Nos Estados Unidos, os agricultores estão cada vez mais contando com a tecnologia de precisão, que ajuda a assegurar que os campos recebam a quantidade certa de sementes e fertilizantes para limitar o desperdício e produzir a maior safra possível. Os agricultores podem agora acompanhar a aplicação de fertilizantes e problemas com o equipamento através de smartphones. Atualmente, a maior parte do plantio já é guiada por sistemas de posicionamento global, ou GPS.


Governo de Santa Catarina decreta emergência sanitária

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Fonte: CNA

Júlio Castro

Em 2007, Estado obteve a certificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre da aftos

Pouco mais de 24 horas de ter sido notificado um foco de febre aftosa no Departamento de San Pedro, no Paraguai, o governador Raimundo Colombo assinou decreto estabelecendo situação de emergência sanitária em Santa Catarina. A decisão foi tomada depois de o governador catarinense se reunir, ontem, com várias autoridades sanitaristas, entre elas o secretário de Agricultura e da Pesca João Rodrigues. Também participaram do encontro, em caráter emergencial, os representantes da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), do Ministério da Agricultura, da Polícia Militar e do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Estado de Santa Catarina (Sindicarne).

O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2005, com início no Mato Grosso do Sul e que chegou ao Paraná. Santa Catarina, embora não tenha registrado a doença, teve grandes prejuízos em função das restrições impostas pelos países importadores de carne suína. Em 2007, Santa Catarina obteve a certificação internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como Estado livre de febre aftosa sem vacinação.

O Estado é o único do Brasil a conquistar esse status. De acordo com o secretário da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues, o Estado está tomando todas as medidas preventivas para manter o reconhecimento da OIE.

Vigilância. Entre as ações para evitar que a aftosa afete o rebanho catarinense ficou acertado que a superintendência federal de agricultura do Ministério da Agricultura colocará 40 veículos à disposição do Estado para auxiliar na vigilância das barreiras sanitárias fixas e volantes, principalmente naquelas localizadas nas divisas com o Paraná e Argentina.

"Estamos em estado de alerta, vamos reforçar a atenção para as barreiras e para as medidas de sanidade animal", afirmou o governador Raimundo Colombo.

"Devemos agir como se a ameaça estivesse ao nosso lado para preservarmos o trabalho de mais de 20 anos da agricultura catarinense", complementou.

Colombo acertou ainda, com o Ministro da Agricultura Mendes Ribeiro, uma reunião na próxima semana com os secretários de Agricultura dos Estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul para discutir ações alinhadas de prevenção e combate à febre aftosa.

Ontem, o Brasil anunciou a suspensão da importação de animais vivos e de carne in natura provenientes do Paraguai. Argentina e Uruguai também adotaram a mesma medida.



O FMI aposta no Brasil

O Estado de S. Paulo


Da Redação

O governo brasileiro continua com crédito alto no FMI. Seus economistas aceitaram sem críticas a decisão do Banco Central (BC) de cortar os juros de 12,5% para 12% ao ano e, além disso, levaram a sério os argumentos apresentados como justificativa para a decisão

O governo brasileiro continua com crédito alto no FMI. Seus economistas aceitaram sem críticas a decisão do Banco Central (BC) de cortar os juros de 12,5% para 12% ao ano e, além disso, levaram a sério os argumentos apresentados como justificativa para a decisão: a economia internacional está perdendo impulso, os preços das commodities vão cair, diminuindo as pressões inflacionárias, e o Executivo está seriamente comprometido com a disciplina fiscal. O primeiro ponto - a piora do cenário internacional - é indiscutível e está retratado claramente nas novas projeções da instituição. A segunda estimativa é menos segura, embora defensável. Está prevista uma redução dos preços dos produtos básicos em 2012, depois de um ano de alta, mas a queda dependerá da evolução econômica da China e outros países emergentes. Já a avaliação do controle fiscal no Brasil é uma questão de fé. Ou talvez o Brasil tenha sido escolhido como exemplo de bom comportamento num momento em que a baderna fiscal dos países do Primeiro Mundo arrebentou suas finanças.

A inflação brasileira estará em 4,5%, isto é, no centro da meta, no fim do próximo ano, segundo projeção apresentada no Panorama Econômico Mundial divulgado ontem pelo FMI. A inflação média do próximo ano, 5,2%, ainda ficará acima da meta, mas o compromisso das autoridades é com o resultado de janeiro a dezembro. A mera publicação daquele número, 4,5%, comprova a aposta do FMI na política do BC e, mais que isso, na manutenção do regime de metas.

Mas essa aposta é também uma demonstração de confiança na gestão das finanças públicas. Para justificar essa confiança, a economista Petya Koeva Brooks, do FMI, mencionou a decisão do governo de melhorar o resultado fiscal deste ano. Ela se referia à decisão de incluir mais R$ 10 bilhões no superávit primário de 2011.

Acontece que essa decisão de nenhum modo resultará num aperto de cinto, nem representa um compromisso com uma política fiscal mais austera. O Tesouro arrecadou, até agosto, cerca de 14% mais que no mesmo período de 2010, descontada a inflação. Além disso, cerca de R$ 5 bilhões vieram de um pagamento especial de tributos da Vale.

Depois, é preciso levar em conta as condições do orçamento proposto para 2012. O Executivo resiste a algumas tentativas de elevação de gastos, como a proposta de aumento salarial para o pessoal do Judiciário. Mas o projeto apresentado pelo governo está longe de ser mais austero que os dos anos anteriores. Até a hipótese de um desconto na meta fiscal - com a subtração do valor aplicado no PAC - foi considerada. Enfim, convém considerar também as inevitáveis pressões eleitorais de 2012 e a sensibilidade do governo às demandas de sua base de apoio.

A aposta do FMI quanto ao recuo da inflação brasileira até o centro da meta, no fim de 2012, até poderá ser sancionada pelos fatos, mas nada, até agora, indica o acerto da manifestação de confiança na austeridade fiscal do governo. Outros fatores, no entanto, poderão contribuir para a moderação das pressões inflacionárias. O FMI reduziu as previsões de crescimento dos países desenvolvidos. China, Índia e outros países emergentes continuarão crescendo vigorosamente, embora em ritmo inferior ao dos últimos anos. Entre eles, o Brasil é o que crescerá menos.

O preço do petróleo poderá cair 3,1%, mas depois de uma alta de 30,6% em 2011. Para as demais commodities está projetada uma queda de 4,7% em 2012, mas também depois de um grande aumento (21,2%). As pressões poderão ser menores, mas as cotações continuarão elevadas. Além disso, os efeitos sobre os preços ao consumidor dependerão do peso de cada produto nas cestas de compras e há muita incerteza quanto à oferta mundial de trigo e de outros alimentos. Enfim, há o problema da demanda interna no Brasil. Pode estar cedendo, como avaliam os economistas do FMI, mas ainda pressiona os preços e as importações. O BC pode ter acertado em sua aposta. Mas há razões muito fortes para encarar com reserva a sua decisão.

Brasil tenta isolar aftosa no Paraguai

Fonte: CNA

Venilson Ferreira

Governo brasileiro suspendeu ontem a importação de animais vivos e carne bovina do vizinho; Argentina e Uruguai fizeram o mesm

O Brasil anunciou ontem a suspensão temporária da importação de animais vivos e de carne in natura provenientes do Paraguai. A mesma medida foi adotada pela Argentina e pelo Uruguai, após a confirmação de um foco de febre aftosa no departamento de San Pedro. A restrição às importações afetam o mercado interno, pois até julho deste ano a entrada de carne bovina paraguaia somou 5,5 mil toneladas, totalizando US$ 29,1 milhões.

Nas estatísticas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês), o Paraguai ocupa o sétimo lugar entre os principais países exportadores, com previsão de embarque de 310 mil toneladas neste ano. O Brasil, que lidera o mercado mundial, deve exportar 1,6 milhão de toneladas em 2011.

A justificativa apresentada pelo Ministério da Agricultura para barrar a carne paraguaia é que a medida tem o objetivo de "proteger o patrimônio pecuário brasileiro e garantir a manutenção do status sanitário alcançado ao longo dos últimos anos". O governo brasileiro diz que está acompanhando a aplicação, pelas autoridades paraguaias, das medidas para o controle, erradicação e investigação do caso de aftosa.

O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, diz que a situação no Brasil está tranquila e que a fiscalização está sendo intensificada na região de fronteira. O secretário executivo da Pasta, José Carlos Vaz, diz que as medidas adotadas até o momento são suficientes para impedir a entrada do vírus no território nacional. "Estamos em alerta, com apoio dos governos estaduais e das Forças Armadas. Estamos monitorando e, se necessário, iremos reforçar as medidas."

Fronteira. Boiadas de pecuaristas brasileiros e paraguaios estão sendo barradas na divisa seca entre Mato Grosso do Sul e Paraguai. O trânsito de animais está proibido para saída ou entrada no país vizinho. Forças Armadas vigiam a fronteira, ajudando as autoridades sanitárias, disse o governador do Mato Grosso do Sul (MS), André Puccinelli.

Segundo ele, tropas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica confirmaram participação ativa no trabalho de defesa sanitária. "Além das Forças Armadas, reforçamos a fiscalização aumentando o número de agentes sanitários nos postos de fiscalização. Também contamos com forças policiais do Estado."

O governador explicou que, na sexta-feira, foi desencadeada a Operação Ágata 1 na região de fronteira. "Entre as missões predeterminadas na operação, Exército, Marinha e Aeronáutica concordaram em atuar também no bloqueio sanitário, impedindo a entrada ilegal de gado. Calculamos que do local do foco de aftosa no Paraguai, até o centro do município de Amambaí (MS), um caminhão de bois poderá gastar no máximo 3 horas."

O vai e vem de bovinos entre o Mato Grosso do Sul e os municípios paraguaios que fazem divisa com o Estado, já resultou em um dos maiores surtos de aftosa. Em 2005, a doença obrigou a interdição das fazendas de pecuária de 11 cidades no extremo sul do Estado. Na ocasião foram sacrificados quase 36 mil animais, o comércio na região entrou em crise com a falta de clientes e desemprego. O resultado final das análises concluiu que a contaminação veio do Paraguai.

A confirmação do foco de aftosa no Paraguai levou a Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) a promover reuniões de esclarecimento das ações realizadas pelo Ministério da Agricultura. Junto com os sindicatos rurais da região de fronteira com o Paraguai, a Famasul realizará amanhã encontros nas cidades de Bela Vista, Ponta Porã e Eldorado. Na sexta-feira, a reunião será realizada em Amambai.

Horário Tinoco, médico veterinário da Famasul, disse que a intenção é esclarecer os fatos, explicar quais ações estão sendo tomadas e orientar sobre como o produtor rural pode contribuir para que a situação permaneça sob controle no Estado. Além dos criadores de gado, devem participar da reunião os frigoríficos, as transportadoras de gado, as secretarias de agricultura e pecuária dos municípios, os conselhos municipais de Saúde Animal, médicos veterinários da iniciativa privada e lideranças de assentamentos.

A mobilização envolve ainda os municípios de Porto Murtinho, Caracol, Antônio João, Mundo Novo, Japorã, Iguatemi, Sete Quedas, Paranhos, Tacuru, Coronel Sapucaia e Aral Moreira. A região da fronteira, que integra a Zona de Alta Vigilância, detém 800 mil das 20 milhões cabeças de gado no Estado.


Nota oficial da FAEP sobre Febre Aftosa no Paraguai

Fonte: Canal do Produtor

Ágide Meneguette

A confirmação dos focos de febre aftosa no Paraguai é uma oportunidade para testarmos nosso sistema de defesa agropecuário

A confirmação dos focos de febre aftosa no Paraguai é uma oportunidade para testarmos nosso sistema de defesa agropecuário. Apesar das deficiências, o momento que estamos passando é distinto daquele da ocorrência dos focos de 2005 no noroeste do estado. Embora ainda existam deficiências de estrutura humana no DEFIS temos mais técnicos, mais veículos entre outros recursos para prevenir a entrada do vírus no Paraná.

Os Conselhos de Sanidade Agropecuária - CSA estão ativos, e agora é o momento de dar resposta a este novo desafio que está surgindo. É fundamental que os Conselhos se reúnam em seus municípios e regiões para definir estratégias e para conscientizar produtores quanto ao risco que o transporte de máquinas. Implementos, veículos, pessoas e animais podem significar para todo o Brasil.

Realizar reuniões, dar entrevistas em rádios locais, orientar produtores que tem propriedades no Paraguai no sentido de evitar ao máximo o deslocamento para aquele país são algumas das ações que o CSA pode desenvolver neste momento. As informações oficiais indicam que o foco é na cidade de San Pedro, distante apenas 250 km da fronteira com o Paraná. Em função da alta contagiosidade e poder de propagação do vírus chegando a se deslocar até 15 km pelo ar, é fundamental que toda a sociedade esteja em alerta. As aglomerações de animais devem ser evitadas ao máximo e o transito de equipamentos deve seguir rigorosos cuidados sanitários. O transporte de animais do Paraguai para o Paraná deve ser evitado a todo custo. Lembrem que a tendência dos preços de gado no Paraguai é de baixa, o que aumentará a pressão de transito de animais para o Brasil. Portanto esta é a hora dos CSA´s e suas lideranças fazerem a diferença contribuindo com as autoridades sanitárias e com toda a sociedade de nosso estado.

Vale lembrar que o último episódio de febre aftosa no Paraná gerou um prejuízo à economia de estado de aproximadamente R$ 4 bilhões, sendo que as cadeias produtivas de bovinocultura de corte e de suinocultura foram aquelas que mais acumularam tais prejuízos.

O sistema de defesa sanitária envolvendo técnicos do MAPA e do DEFIS estão tomando todas as providências necessárias para prevenir a entrada da doença no Paraná. É necessário, no entanto, que os produtores, através dos CSA´s, colaborem com os técnicos do DEFIS atendendo suas recomendações e principalmente ajudando no controle do transito de animais, maquinário agrícola etc. e evitando a aglomeração de animais.


ALERTA - O governo faz um alerta a todos os produtores paranaenses para que se envolvam nessa mobilização da vigilância sanitária. As comunidades, através dos Conselhos Municipais de Sanidade (CSAs), devem auxiliar no processo de vigilância e orientação aos produtores para que evitem ou denunciem casos de trânsito irregular de animais, sem o acompanhamento da Guia de Trânsito Animal (GTA) - documento emitido pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.

Outro alerta é dirigido diretamente às pessoas que transitaram pelo Paraguai, nas áreas de foco da febre aftosa, para que evitem contato com animais em solo brasileiro.

O último foco de febre aftosa registrado no Paraná foi em 2005 e, desde então, a doença não mais se manifestou no Estado. Para manter o controle da vigilância, duas campanhas de vacinação contra a doença são realizadas todos os anos.

A Secretaria da Agricultura está adotando todos os procedimentos técnicos para pleitear nos próximos anos, junto ao Ministério da Agricultura e à OIE, o reconhecimento do Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação.

Fonte: Agência de Noticias



Este é o momento do setor produtivo do Paraná demonstrar capacidade de mobilização, coordenação, tranquilidade e firmeza com o objetivo de superar as dificuldades evitando a reintrodução do vírus em nosso estado.

Ágide Meneguette
Presidente do Conselho Deliberativo do Fundo de Desenvolvimento da Agropecuária do Estado do Paraná (Fundepec), Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Paraná - FAEP e 1º Vice-Presidente da CNA


Publicado em: 20/09/2011.


O capital estrangeiro vai se reduzir a partir de agora

O Estado de S. Paulo

Editorial Econômico

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reconheceu, em Lisboa, que o Brasil poderá sofrer as consequências de uma eventual inversão do fluxo de capitais, apesar das medidas preventivas adotadas para enfrentar essa situação

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reconheceu, em Lisboa, que o Brasil poderá sofrer as consequências de uma eventual inversão do fluxo de capitais, apesar das medidas preventivas adotadas para enfrentar essa situação.

O Brasil já passa por dificuldades para captar recursos no exterior - dificuldades que poderão aumentar nos próximos meses. Os investidores estrangeiros se mostram avessos ao risco e muito cautelosos para emprestar dinheiro a qualquer país - e ainda mais para fazer investimentos diretos. Fatores peculiares aumentam a prudência dos investidores em relação ao Brasil.

Nos sete primeiros meses do ano, os Investimentos Estrangeiros Diretos (IEDs) líquidos somaram US$ 38,4 bilhões. A previsão para o ano é de US$ 55 bilhões. É provável que essa previsão não seja atingida, embora, com a desvalorização do real, os investidores recebem mais moeda nacional por suas aplicações.

As recentes medidas deverão afetar as entradas de IEDs. O aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos leva à desistência de grandes projetos. O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre derivativos resulta na redução dos empréstimos intercompanhias. E pode-se prever um aumento das remessas de lucros e dividendos das empresas, pois os países desenvolvidos precisam de recursos novos. Finalmente, a redução do crescimento de nossa economia deverá ocasionar um recuo dos IEDs.

No entanto, é na captação de recursos que o Brasil deverá enfrentar as maiores dificuldades para atender a uma dívida externa total, em julho, de US$ 405,7 bilhões (inclusive empréstimos intercompanhias), com uma amortização do principal de US$ 58 bilhões em 2012.

O quarto trimestre do ano é, geralmente, o período em que a captação de recursos é mais elevada. O Tesouro pretendia fazer uma emissão em real, mas já não se fala dessa operação. A Petrobrás também havia projetado uma emissão do mesmo tipo. Mas a desvalorização do real não é um fator atraente. Mesmo admitindo juros favoráveis, operações em moeda estrangeira representam neste momento um alto risco cambial que afasta as empresas brasileiras.

O Brasil, com suas grandes reservas, não deve ter problemas de curto prazo. Mas a balança comercial poderá ser afetada por uma menor demanda de commodities e uma queda dos seus preços (à exceção dos produtos agropecuários), enquanto as exportações de produtos industrializados demoram para reagir à nova taxa cambial.





Desconhecimento marca debate sobre rotulagem de transgênicos

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Fonte: Canal do Produtor

Assessoria de Comunicação CNA

A votação do Projeto de Decreto Legislativo (PDS) nº 90, de 2007, da senadora Kátia Abreu, hoje, na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle - CMA

A votação do Projeto de Decreto Legislativo (PDS) nº 90, de 2007, da senadora Kátia Abreu, hoje, na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle – CMA, deu uma clara idéia da falta de informação geral sobre o que vem a ser um Organismo Geneticamente Modificado (OMG) ou transgênico. O projeto se destina a reparar a exorbitância do Poder Executivo na regulamentação do sistema de rotulagem de transgênicos, ao extrapolar os limites estabelecidos pela Lei de Biossegurança e pelo Código de Defesa do Consumidor. O regulamento aplicado pelo Executivo prevê que todo alimento produzido a partir de animais alimentados com ração que continha ingredientes transgênicos deverá ser rotulado para informação aos consumidores.

Dessa forma, cada presunto no mercado ou cardápio de pizzaria teria que exibir um rótulo informando que o porco que deu origem a ele foi alimentado com ração que continha milho transgênico.
"Trata-se, evidentemente, de exorbitância da Lei de Biossegurança, visto que um porco que comeu ração feita com milho transgênico não se transformou num Organismo Geneticamente Modificado ou num derivado de OGM", justifica o projeto. Ainda assim, há gente muito bem informada que acredita – ou diz acreditar – que o porco ou a galinha criados com esses alimentos se tornam derivados de transgênicos também. E que nós, humanos, também poderemos virar transgênicos. "O animal que come transgênico vira derivado de transgênico", afirmou a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), durante os debates.

Outro ponto abordado no mesmo PDS diz respeito à definição, pelo Ministério da Justiça, do símbolo a ser adotado na rotulagem de produtos contendo OGMs e seus derivados: um triângulo equilátero com bordas pretas, fundo amarelo e uma letra T no centro. Exatamente a configuração das cores utilizadas nas placas que indicam advertência na sinalização de trânsito. Isso induz o consumidor ao sinal de alerta, de perigo, em relação ao consumo de um produto que teve sua segurança alimentar aprovada pelo Governo Federal.

Dessa forma, o Poder Executivo mostra que trata de forma desigual o fornecedor que disponibiliza para o mercado produtos considerados igualmente seguros para consumo. Conforme avalia o projeto, não é justo o Governo classificar um alimento de seguro e, depois, exigir que, além das informações a respeito das características do produto, nele seja afixado um símbolo que remete ao sinal de alerta, perigo (a transgenia). Na discussão travada na CMA. ficou evidente que a Lei de Biossegurança, mesmo após seis anos de sua aprovação, ainda é desconhecida por alguns parlamentares, bem como os conceitos básicos da engenharia genética.

Publicado em: 20/09/2011.


(Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Veterinario


 
Más condições de abate de gado preocupam veterinários no Kuito
Rádio Nacional de Angola
Técnicos dos serviços de veterinária da Província do Bié estão preocupados com as condições em que fazem o abaste de gado para o fornecimento de carne, devido a escassez de matadouros e talhos oficiais, reportou a RNA. O médico veterinário Domingos da ...
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Rádio Nacional de Angola
Laboratório de Agroquímica do Tecpar deve receber nova acreditação ...
Agência Estadual de Notícias
Já os ensaios de resíduos de antibióticos de uso veterinário em alimentos de origem de animal (carnes e leite) são normalmente contratados por frigoríficos ou mesmo produtores interessados em atestar o adequado tratamento sanitário dos rebanhos. ...
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Seagro realiza levantamento da produção de leite da região do ...
O Girassol
De acordo com o médico veterinário e coordenador de Desenvolvimento Animal da Seagro, Cláudio Sayão Lobato, o levantamento será da produção de leite formal e informal e caracterização dos produtores, com aplicação de questionários nos municípios ...
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O Girassol
MSD Saúde Animal está à disposição do pecuarista na Interconf
Revista Fator
"A empresa tem como objetivo levar não só os produtos, mas sim a prestação de serviço e comprometimento com o sucesso do nosso cliente", afirma Tiago Arantes, médico veterinário e gerente de produtos de pecuária da MSD Saúde Animal. ...
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Cidades Digitais


 
Arena Digital abre inscrições para oficinas e mesasredondas ...

O intuito é trazer a sociedade civil organizada e prefeituras da RMC para as discussões das cidades digitais e também conscientizar professores e estudantes ...
www.campinas.sp.gov.br/noticias-integra.php?id=8541

Sustentavel

 
Artigo - Sustentabilidade, o contexto urbano e expectativas sobre ...

Portogente
Professora convidada do curso de Pós Graduação em Construções Sustentáveis (FAAP). No contexto urbano em que vivemos, as cidades são ao mesmo tempo centros de desenvolvimento, onde há aumento da expectativa de vida, mas também de geração de lixo, ...

Saúde Animal - nova variante do vírus H5N1

OIE reforça pedido de atenção contra nova variante do vírus H5N1 ...

AviSite
As diretrizes da OIE e da rede OFFLU (www.offlu.net) para a detecção, precoce e resposta rápida a eventos de saúde animal têm-se revelado, fundamentais na prevenção e controle da Influenza animal, com implicações positivas para a saúde pública. ...


Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente


 
Plano de Manejo é divulgado dia 29

O Diario de Mogi
A Prefeitura de Mogi das Cruzes, por meio da Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente, apresenta oficialmente no próximo dia 29, o plano de manejo do Parque Natural Municipal Francisco Afonso de Mello - Chiquinho Veríssimo. ...


Sustentavel - 18ª Fenepalmas


 
18ª Fenepalmas inicia programação hoje; Confira

O Girassol
Com o tema "Gestão Sustentável – boa para a empresa, melhor para o mundo" a 18ª Feira de Negócios de Palmas (Fenepalmas) começa amanhã, 13, às 17h, no Centro de Convenções Parque do Povo, e vai até o próximo dia 17 de setembro. ...


O Girassol

Frigorífico

Tangará da Serra (MT) recebe a 5ª etapa

A Hora
Tangará da Serra (MT) recebe nos dias 27 e 28 de setembro a 5ª Etapa do Circuito Boi Verde de Julgamento de Carcaças 2011, na unidade do frigorífico Marfrig. O evento inicia com o julgamento in vivo no dia 27 eo abate técnico acontece no dia 28. ...


Educação Ambiental

 
Grafite dá nova aparência aos muros do estádio JK

Portal Caparaó
Este inédito concurso promovido pela Prefeitura de Manhuaçu, por meio do Departamento Municipal de Cultura, teve como temáticas o patrimônio cultural ea educação ambiental. A movimentação vem ocorrendo no local desde sexta-feira, dia 09, quando, ...

Portal Caparaó

Agroecológica


 
4ª edição da BioNat Expo 2011, no Rio Grande do Sul

Revista Fator
O evento reunirá espaços da Feira de Produtos Orgânicos, Fitoterápicos e Plantas Bioativas do Rio Grande do Sul, da Mostra de Turismo Rural e Agroecológico ...

Secretária da Agricultura


 
Secretaria de Agricultura | Agencia Brasil

A EBC tem o objetivo de implantar e gerir os canais públicos, aqueles que, por sua independência editorial, distinguem-se dos canais estatais ou ...
agenciabrasil.ebc.com.br/assunto.../secretaria-de-agricultura

Captação de Recursos para Projetos


 
Encontro na ABCR RIO: VIABILIZAÇÃO DE PROJETOS ...

ABCR - Associação Brasileira de Captadores de Recursos ... ABCR RJ > Encontro na ABCR RIO: VIABILIZAÇÃO DE PROJETOS CROWDFUNDING ... sociais · FLAC 2011 faz debate sobre profissionalização da captação de recursos avançar ...
www.captacao.org/.../364-encontro-na-abcr-rio-viabilizacao-d...

Sustentavel

 
NERA debate oportunidades e desafios do turismo sustentável

Observatório do Algarve
Numa parceria entre o NERA, a Associação Industrial Portuguesa (AIP) ea Câmara de Comércio e Indústria (CCI) o workshop sobre empreendorismo vai abordar casos de estudo sobre turismo sustentável. Entre outros, prestarão o seu testemunho a empresa Mundo ...

Secretária da Agricultura


Integrantes do Banco Mundial se reúnem com secretário da Agricultura

Fax Aju

O secretário da Agricultura explicou toda a sua cronologia, incluindo a área de atuação que engloba 41 municípios e 800 subprojetos agregando diversas atividades direcionadas ao homem do campo. Participaram do encontro Dino Francescutte, ...

Agroecológica




 
Seides e parceiros avaliam feira da agricultura familiar de ...
Fax Aju
As Feiras da Agricultura Familiar pretendem estimular a produção agroecológica em Sergipe e movimentar a economia rural. O projeto fomenta a integração ...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Rebanho SIM promove Borrega de Ouro


Ovinos "dourados"

Mais de 100 animais de 25 expositores participam até sábado, 3 de setembro, na Fazenda Sesmaria, em Amparo, interior paulista, da 2ª edição do Borrega de Ouro, evento promovido pelo Rebanho SIM – Santa Inês

Instituído em 2010, o Borrega de Ouro é um concurso que reúne ovinos jovens da raça Santa Inês, machos e fêmeas entre 4 e 12 meses, que são divididos em seis categorias e julgados morfologicamente. Os principais títulos em disputa são: Campeão e Reservado Borrego (a) Menor, onde concorrem animais de 4 a 6 meses;  Borrego (a), onde se concentram animais de 6 a 8 meses, e Borrego (a) Maior, para animais entre 8 e 12 meses. O jurado Weaver Braga define os vencedores das categorias nesta sexta-feira, 2, a partir das 09h00 e no sábado, 3, machos e fêmeas que foram campeões e reservados voltam para a pista para concorrer aos grandes campeonatos. Uma premiação de R$ 16 mil será distribuída para os campeões e reservados é de R$ 3 mil para seus tratadores.

O diferencial do Borrega de Ouro em relação a outras mostras é que os animais campeões e seus reservados participam dos leilões do evento, à critério de seus proprietários. Na sexta-feira, a partir das 20h00, acontece o Leilão Baby e no sábado, a partir das 14h00 o Leilão Borrega de Ouro, com participação dos produtos premiados. Neste remate também estarão à venda fêmeas Simental, outra atividade pecuária desenvolvida por Magim Rodriguez Jr na Fazenda Sesmaria.  Os pregões têm transmissão exclusiva pelo Canal da Pecuária – WWW.canaldapecuaria.com.br -, comando do martelo da Agreste Leilões e Embral e organização do Rebanho SIM e de André Assumpção – Planejamento e Assessoria.

Informações para Imprensa
Rute Araújo
11 – 9131-4712
11 – 5666-8524
Ruthe.araujo@uol.com.br
MSN: ruthearaujo@hotmail.com

Produtores rurais do Mato Grosso do Sul recebem capacitação pelo Negócio Certo Rural

Fonte: EadSenar

Qualificação profissional
Pantanal News - Da Redação

Essa semana, nove cidades do interior recebem as ações do Negócio Certo Rural, que oferece capacitação para produtor de pequenas propriedades rurais. Existem cerca de 150 propriedades nos locais onde estão acontecendo o projeto realizado pelo Sebrae em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

Os eventos acontecem nas cidades de Angélica, Bataguassu, Chapadão do Sul, Costa Rica, Ivinhema, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Sonora e Vicentina. As palestras já acontecem nas cidades desde os meses de julho e agosto. O Negócio Certo Rural é presencial sob a assistência de um instrutor, divididos em cinco encontros de seis horas e duas consultorias, uma coletiva e a outra individual, ou seja, diretamente na propriedade rural, o que equivale a uma carga horária de 36 horas.

O consultor do Sebrae, Jayro de Sousa, ressalta que o trabalho desenvolvido com os produtores rurais ajuda, inclusive, na auto-estima. "Muitos deles não acreditam que vão conseguir concretizar seus planos. Mas terminado o curso, percebem a capacidade que possuem e ficam admirados com o resultado", comenta.

O programa estimula o empreendedorismo para que os produtores possam investir cada vez mais na gestão do agronegócio, além de modificar a maneira de tomar decisões, identificar áreas de investimento e administrar o empreendimento com sucesso. Outra característica do projeto são as consultorias que auxilia na elaboração do plano de negócio.

O casal André Mateus e Rosenir Cristina participou da capacitação na cidade de Rio Verde. Para Rosenir, o projeto contribuiu para melhorar os controles financeiros e aplicar conceitos de economia. "Hoje eu até brinco com meu esposo quando estamos discutindo sobre nossas despesas, sempre digo: lembra do curso?", salienta.

Bataguassu, Chapadão do Sul, Costa Rica, Ivinhema, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro e Sonora estão entre as 21 cidades que fazem parte do Projeto de Apoio ao Desenvolvimento Econômico dos Municípios (Prolocal), que visa levar ações de capacitação e consultoria para promover o crescimento dos municípios. As atividades envolvendo lideranças, comunidade, empreendedores e técnicos de órgãos públicos, em parceria com prefeituras e entidades locais.

Conab lança portal da transparência da gestão dos estoques públicos

Fonte: AgroLink

01/09
A Conab realiza, nesta quinta-feira (1º), a partir das 15h, no auditório de sua Matriz, o lançamento oficial do novo "Portal da Transparência da Gestão dos Estoques Públicos". Trata-se de um Sistema de Informação Gerencial (SiG) disponibilizado no site da Companhia e que permite o acesso do público a informações atualizadas, relacionadas ao movimento de aquisição, remoção, venda, doação e posição dos estoques, além de eventuais perdas, desvios e sinistros em armazenagem apurados.

Entre as consultas, estão as operações dos estoques públicos de produtos agropecuários amparados pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), assim como os estoques estratégicos de apoio aos programas sociais, Contrato de Opção de Venda exercido, assim como as operações realizadas na Agricultura Familiar, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A consulta também pode ser realizada pelo nome ou CNPJ/CPF do produtor rural, cooperativas e demais agentes econômicos como adquirente, beneficiário, fornecedor, consumidor, entre outros.Os dados e informações disponíveis são relativos a janeiro de 2011 em diante, a partir das notas fiscais eletrônicas emitidas pela Companhia na gestão dos estoques públicos. De acordo com o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sílvio Porto, "o Portal vem ao encontro do princípio da transparência e pautado na política de melhoria contínua da gestão pública a serviço do cidadão e da sociedade em geral".

CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento

Agradecimento

Foram muitas as horas que passamos elaborando, estudando e sonhando para criar a “ONG AIAS”. Durante este tempo, muitas pessoas estiveram envolvidas até que nós chegássemos a um resultado final; porém, não é fácil ter as palavras corretas para mostrar-se grato a todos os envolvidos. Estejam certos de que a felicidade que estou sentindo por estarmos unidos é muito grande. Você só poderá encontrar a felicidade quando souber fazê-la nascer de dentro de seu coração, quando aprender a ajudar a todos indistintamente, com suas ações, suas palavras e seus sentimentos.

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a “Deus” pelo descanso da noite e pela claridade da manhã, e que esteve sempre ao nosso lado nos dando forças para continuar trabalhando e não desanimar nas horas difíceis.

Em segundo lugar, gostaria de agradecer a minha esposa, companheira e amiga, Marli, pela paciência que teve e pelo perdão pelas horas que não lhe dediquei, pois foram consumidas neste trabalho, e pelo amor que me dedica em todos os momentos de sua vida.

Aos meus familiares adoráveis, em especial a minha mãe (Mariana), irmã (Solange), avós paternos e maternos, a minha querida sogra Cota (Dona Celina) e o meu sogro Bia (Sr. Bienor, o meu querido Bia), fontes principais do entusiasmo na elaboração e criação desta associação. É preciso não pensar na idade, mas vivê-la; saber ser feliz é preciso, antes de tudo, encontrar a paciência, suprir a necessidade da mente, em busca do dia-a-dia na consciência de entender que um dia você pode lutar para vencer, mesmo que antes já tenha sido derrotado, mas sem nunca perder as esperanças.

Porque o comodismo é a injustiça da liberdade, que provoca o transtorno, e o desamor à condição de caminhar pela paz.

E a vida é todo o espaço de tempo que temos para pensar no momento em que estamos conscientes do que fazemos em benefício do amanhã pela Caprinocultura e Ovinocultura.

A todas as pessoas da “ONG AIAS - Caprinos & Ovinos”, aos diretores, conselheiros, amigos, pessoas que colaboram diretamente ou indiretamente, ao meu Compadre e grande Amigo Everson Soares de Oliveira o Sonn, obrigado, para o sucesso desta associação, para que este material chegue até você, nosso muito obrigado.

“O maior sentimento que podemos ter é sentir no coração que Deus pode realizar aquele sonho que para muitos é impossível, mas para Deus não, porque quando eu não posso Deus pode.”

AIAS
Pelo Latim Ahias, do Hebraico Ahiyas
“Amigos de Deus”