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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Aprovada lei que proíbe uso de celular em bancos de São Paulo

Objetivo da restrição é evitar o golpe da "saidinha" de banco. Lei precisa agora ser sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab

São Paulo pode tornar-se a terceira cidade do Estado a proibir o uso de celulares dentro de agências bancárias. Em votação simbólica com apoio dos 14 líderes de bancada, a Câmara Municipal aprovou ontem projeto da vereadora Sandra Tadeu (DEM) que restringe o uso do telefone móvel no interior dos bancos. Essa proibição já é lei municipal em Franca e Campinas. Entre as capitais, Curitiba, Belo Horizonte e Salvador também têm legislação semelhante.

O objetivo da restrição é evitar o golpe da "saidinha" de banco. Normalmente, nesses casos um bandido dentro do banco informa o comparsa, via celular, sobre clientes que estão saindo com grandes quantias. Perto do banco ou nas ruas no entorno, a vítima costuma ser atacada pelos ladrões - avisados por quem está dentro da agência. Entre janeiro e julho, pelo menos 12 pessoas foram baleadas na capital nesses golpes.

A lei ainda precisa ser sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab (sem partido). Mas, caso alguma entidade ligada aos bancos conteste a lei na Justiça, a chance de os efeitos da medida serem suspensos é grande. Pode-se alegar que é tarefa somente dos governos estaduais legislar sobre assuntos relacionados à segurança pública, conforme prevê o artigo 144 da Constituição Federal de 1988 - lei nesse sentido foi aprovada por Minas, em janeiro; pelo Rio, em abril, e pelo Ceará, em julho. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado



sábado, 27 de agosto de 2011

IBM está desenvolvendo Drive com capacidade de 120 petabytes

Fonte: Olhar Digital - 26 de Agosto de 2011 as 17:04h


Disco pode guardar cerca de 24 bilhões de músicas em mp3


Pesquisadores da IBM estão trabalhando no desenvolvimento de um container com capacidade de armazenamento de 120 petabytes, de acordo com a MaximumPC - só para lembrar, 1 PB tem, aproximadamente, 1024 terabytes.

Esse espaço é suficiente para guardar, aproximadamente, 24 bilhões de arquivos mp3 de cerca de 5MB cada. E, em uma época não muito distante, um disquete de 1,44 MB já foi considerado um acessório com bastante utilidade...

"Esse sistema de 120 petabytes parece absurdo atualmente, mas em alguns anos pode ser que todos os sistemas de nuvem usem um desse", disse Bruce Hillsbert, diretor de pesquisa de armazenamento na IBM.

Quando pronto, o disco de 120 petabytes provavelmente será considerado o maior do mundo e provavelmente será usado em supercomputadores, como os utilizados pela indústria do petróleo, em estudos moleculares ou para prever o tempo.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Ajuda a produtores ovinos da Argentina agora é lei

Notícias
10/08/2011 - Farmpoint
FONTE:
A reportagem é do El Enfiteuta, traduzida e adaptada pela Equipe FarmPoint.

Sem passar por comissões, como habitualmente se faz, para não dilatar a sanção definitiva, a Câmara de Deputados da Argentina aprovou na semana passada, em uma sessão especial e por unanimidade, a ajuda econômica a produtores ovinos de toda a Patagônia.

A lei, que contava com meia sanção do Senado desde o final de junho, perdoa "o capital e os juros daqueles créditos outorgados a pequenos e médios produtores ovinos da região patagônica". O benefício faz parte da Lei Ovina, recentemente modificada por outra norma que ampliou o mínimo de recursos destinados pelo Estado ao Fundo de Recuperação Ovina em 80 milhões de pesos (US$ 19,33 milhões), dos 20 milhões de pesos (US$ 4,83 milhões) originais.

A norma, sancionada semana passada, estabelece um programa transitório para a retenção de ventres ovinos e caprinos, também com foco nos pequenos e médios produtores "durante um período de três anos" a partir da sanção da norma, ou seja, até 3 de agosto de 2014. No programa, podem entrar produtores com no máximo 5.000 animais, enquanto que a autoridade de aplicação do programa será o Ministério da Agricultura da Argentina.

"Essa iniciativa é um ato necessário de solidariedade e, por isso, a respaldamos, ainda que acreditemos que é insuficiente para dar resposta às urgências de tantos argentinos. É fundamental que se perdoe as dívidas dos produtores afetados e que se implemente um programa para recuperar os rebanhos", disse o deputado, Ulises Forte.

Ele disse que embora o projeto preveja o financiamento através do fundo de recuperação da pecuária ovina, o Estado Nacional deverá fornecer recursos nesse sentido. "O fundo tem como objetivo específico a promoção da atividade ovina e esta crise tem uma grande envergadura, de forma que cremos que também o Governo Nacional deve destinar parte dos fundos do recorde fiscal para ajudar os produtores".

Em 08/08/11 - 1 Peso Argentino = US$ 0,24175
4,13023 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)


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II Curso de Capacitação Gerencial do GENECOC


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Notícias

09/08/2011 - Embrapa Caprinos e Ovinos

 

Abertas inscrições para II Curso de Capacitação Gerencial do GENECOC

 

Estão abertas até dia 2 de setembro as inscrições para o II Curso de Capacitação Gerencial de Usuários do Programa de Melhoramento Genético de Caprinos e Ovinos de Corte (GENECOC), que acontecerá de 13 a 15 de setembro na Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral-CE). Os interessados podem fazer suas inscrições via Internet, preenchendo o formulário pelo link: http://www.cnpc.embrapa.br/genecoc/curso.php e justificando seu interesse em participar do curso. As inscrições serão avaliadas e os selecionados confirmados antecipadamente.

O curso abordará conceitos básicos do melhoramento animal, ferramentas para o melhoramento genético (seleção, método de acasalamento, cruzamento e endogamia), seleção interna de rebanhos e índices zootécnicos e noções sobre o sistema de gerenciamento de rebanhos do GENECOC (com conteúdo sobre identificação animal, descrição da propriedade, cadastro dos animais, ocorrências produtivas e reprodutivas, gerenciamento de informações, ferramentas para seleção, acasalamentos, entre outros aspectos). Na programação do curso estão previstas também visitas técnicas aos sistemas de produção de ovinos de corte da Embrapa Caprinos e Ovinos e atividades práticas de avaliação visual dos animais e uso do ultrassom na avaliação de carcaças ovinas.

O GENECOC é um serviço de assessoria genética prestado pela Embrapa Caprinos e Ovinos e parceiros, a produtores e criadores de caprinos e ovinos de corte. O sistema permite aos criadores o acesso a dados sobre seu rebanho de qualquer computador com acesso à Internet, por meio de login e senha. O programa tem como objetivo estimular os participantes na escrituração zootécnica de seus rebanhos, gerando informações seguras e confiáveis que possam ser utilizadas na seleção de seus animais.

FONTE: Adilson Nóbrega
Embrapa Caprinos e Ovinos
MTb/CE 01269JP
(88) 3112.7528
adilson@cnpc.embrapa.br


(Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Rede AgroHidro_ Embrapa Cerrados

*Rede AgroHidro organiza base de dados*

O desenvolvimento de uma base de dados sobre recursos hídricos é o primeiro resultado de pesquisa da rede AgroHidro, criada em 2010 com o objetivo de estudar as interações da agricultura com os recursos hídricos de bacias hidrográficas em diferentes biomas brasileiros. A rede é composta por pesquisadores de diversas unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária- Embrapa, veiculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

De acordo com o pesquisador da Embrapa Cerrados (Planaltina-DF) e coordenador do AgroHidro Lineu Rodrigues, a rede vai gerar conhecimentos e ferramentas que avaliem as alterações hidrológicas advindas de mudanças climáticas e de uso da terra, com vista a sustentabilidade da agricultura e a manutenção da qualidade de vida das comunidades rurais. Essas informações deverão subsidiar a gestão dos recursos hídricos em bacias hidrográficas de todo o país.

A fase atual da pesquisa é a de estruturação do banco de dados relacionado aos recursos hídricos. Em novembro, pesquisadores de diversos centros da Embrapa estarão reunidos na Embrapa Informática Agropecuária (Campinas-SP) para definir quais elementos deverão compor a base de dados. O projeto de elaboração da base de dados é conduzido pela Embrapa Informática Agropecuária e deverá ser finalizado no final do próximo ano.

A base de dados em recursos hídricos é fundamental para a memória das pesquisas realizadas pela Embrapa nessa área e possibilitará estudos diversos em grande escala. "Vamos saber o que já foi feito e existe de pesquisa na área. Assim, vamos aumentar a sinergia entre os projetos e otimizar recursos financeiros. Além disso, a ferramenta nos permite sair da escala de estudo em parcelas para as bacias. Os resultados das simulações de cenários irão subsidiar as tomadas de decisão", explica Lineu Rodrigues.

*Rio +20 – *um importante tema da reunião Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável) será os recursos hídricos. A Rio+20 acontece entre 4 e 6 de junho do ano que vem. Seu nome faz referência à Eco-92, conferência que reuniu chefes de Estado no Rio em 1992 para discutir desenvolvimento sustentável.

Para que o país tenha embasamento técnico para se posicionar sobre a questão dos recursos hídricos será organizada uma reunião preliminar, prevista para março. A expectativa, de acordo com Rodrigues, é de reunir cerca de 80 estudiosos para discutir as relações entre mudanças climáticas, alteração do uso do solo e seus impactos nos recursos hídricos nos biomas brasileiros. No final do evento será elaborado um documento orientador, a ser apresentado na Rio+20.

Fonte: Liliane Castelões
Jornalista (16.613 MtB/RJ)
Embrapa Cerrados
liliane@cpac.embrapa.br

sábado, 20 de agosto de 2011

JORNAL AGROSOFT: 20 de Agosto de 2011

Fonet: Jornal Agrosoft

Corpo da mensagem

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JORNAL AGROSOFT

Edição No 1307 de 20 de Agosto de 2011

Acordo entre cinco países africanos cria maior reserva natural do mundo
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219006.htm
Área do Kaza é maior do que a Inglaterra e abriga partes de Angola, Botsuana, Namíbia, Zâmbia e Zimbábue. Parque garante livre circulação de grandes animais africanos, como o elefante, e deve receber turistas em breve. Foram anos de negociação até que o maior parque natural do mundo, conhecido como Kaza, saísse do papel. No dia 18 de agosto de 2011, celebrou-se em Luanda, capital de Angola, a assinatura do contrato que cria uma gigantesca área de proteção natural no continente africano. O contrato foi assinado por Angola, Botsuana, Namíbia, Zâmbia e Zimbábue. O primeiro passo foi dado já em 2006, quando as cinco nações assinaram um memorando de entendimento.

TECNOLOGIA

Embrapa seleciona espécies florestais para extração sustentável de madeira
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219002.htm
O município de Marco, na região norte do Ceará, possui, desde meados da década de 1990, um polo moveleiro que fabrica móveis para diversos estados e até para fora do Brasil. Dos seus 24 mil habitantes, 2 mil possuem alguma relação econômica, direta ou indireta, com a atividade moveleira. Vinte e oito indústrias moveleiras funcionam naquele arranjo produtivo local, além de empresas relacionadas à produção de móveis, como vidraçarias e marmorarias. A madeira que abastece a produção, contudo, vem de longe. Leia aqui a matéria completa na edição nº 138 da revista Agroindústria Tropical.

Simpósio de Pesquisa dos Cafés discutirá certificação e indicação geográfica
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219000.htm
Um dos painéis de discussões que fazem parte da programação do VII Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil vai discutir temas de grande interesse para o mercado de café no Brasil: certificação e indicações geográficas. Ambos os assuntos vêm atender uma parcela de consumidores dispostos a pagar mais por uma bebida diferenciada, tanto por sua qualidade superior quanto pela agregação de valores sócio-ambientais ao produto.

Rede de Museus vai estudar a pré-história em biomas brasileiros
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219001.htm
Pesquisadores do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), do Museu Nacional do Rio de Janeiro (MNRJ), e do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) formaram uma Rede de Museus, para fortalecer coleções e núcleos de pesquisa nas áreas de paleontologia e neontologia. O projeto, denominado, Evolução da fauna de vertebrados terrestres brasileiros do cretáceo ao recente: paleontologia e filogenia, tem como proposta fazer pesquisas para entender os processos de diversificação de espécies brasileiras, assim como a constituição da biodiversidade, baseados nas relações ancestrais entre espécies conhecidas ainda existentes e as já extintas.


Leia também estes destaques em TECNOLOGIA publicados recentemente:

ECONOMIA

Metade da população catarinense está vinculada ao cooperativismo
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219004.htm
O cooperativismo catarinense representa uma formidável força social e econômica no contexto brasileiro. As 258 cooperativas catarinenses, que cresceram 11% em receita operacional bruta em 2010o, faturaram 12,8 bilhões de reais. A expressão humana desse sistema é impressionante: quadro social teve uma expansão de 11%, atingindo mais de 1 milhão 130 mil pessoas. Consideradas as famílias cooperadas, isso significa que metade da população estadual está vinculada ao cooperativismo.

Agência Nacional de Águas concede outorga para eclusa de Tucuruí
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219003.htm
O Diário Oficial da União (DOU) publicou ontem (19/08/11) a Resolução nº 558, de 15 de agosto de 2011, da Agência Nacional de Águas (ANA), que trata da outorga pelo direito de uso da água, emitida para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), para a operação das eclusas Tucuruí, situadas no rio Tocantins na divisa dos municípios de Tucuruí e Breu Branco e a 250 quilômetros de Belém, no Pará. É a primeira vez que a ANA emite outorga de uso de recursos hídricos para uma eclusa.

Cenários agrícolas para 2020 são avaliados em evento
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219005.htm
Segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o agronegócio foi responsável por 23% do PIB brasileiro, correspondendo a 724 bilhões de reais, em 2010. Sendo que a região Centro-Oeste contribui com 33% desse total. Esses dados revelam a importância da região, tanto no cenário nacional quanto no contexto mundial que demandará por aumento da produção de alimentos, fibras e energia. Atualmente, o Centro-Oeste pode ser considerado uma das áreas nacionais com maior potencial de crescimento agrícola, demandando planejamento e organização das cadeias produtivas.


Leia também estes destaques em ECONOMIA publicados recentemente:

POLÍTICA

Mendes Ribeiro Filho diz que fará mudanças no Ministério da Agricultura
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219007.htm
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) deve passar por mudanças nas próximas semana. "Estou fazendo um exame detalhado. Vou imprimir as mudanças que entender necessárias. Se tiver que fazer alguma, vou ter que tirar alguém", disse ontem (19/08/11) o futuro ministro da Agricultura, o deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS). Ele tomará posse no dia 23 de agosto, às 11 horas, em substituição a Wagner Rossi, que pediu demissão no dia 17, depois de uma série de denúncias de irregularidades na pasta.

Perdas com fraudes bancárias feitas por meio eletrônico aumentam 36%
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219008.htm
As perdas com fraudes bancárias realizadas por meio eletrônico chegaram a R$ 685 milhões no primeiro semestre de 2011, 36% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados ontem (19/08/11) pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Comissão da Câmara aprova incentivo para criação de peixes exóticos
Leia na íntegra em www.agrosoft.org.br/agropag/219009.htm
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou no dia 17 de agosto de 2011 o Projeto de Lei 5989/09, do deputado Nelson Meurer (PP-PR), que incentiva a criação de espécies exóticas de peixe em tanques-rede, equiparando-as a espécies nativas do local. O objetivo da equiparação é afastar os obstáculos normativos à produção das espécies exóticas, que têm diversas restrições porque podem trazer riscos ambientais.


Leia também estes destaques em POLÍTICA publicados recentemente:


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Edição enviada em 20/08/2011 02:00

Educação Ambiental


 
Hora de abrir os olhos das novas gerações

O Dia Online

A ideia de realizar um trabalho de educação ambiental específico para crianças e adolescentes visa a conscientizar as novas gerações sobre a importância do meio ambiente. A organização da Caravana Ecológica contará com alunos das quatro escolas ...


Frigorífico

A Marfrig tem bala?

IstoÉ Dinheiro   Dinheiro

O ousado frigorífico Marfrig atravessa uma fase delicada. Conhecido pelas
tacadas em aquisições, como a compra da Keystone Foods por US$ 1,26
bilhão no ano passado, a empresa sofreu um prejuízo no segundo trimestre
e suas ações enfrentam um vendaval ...

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Agronegócio

Tecpar desenvolve mapa com informações sobre o agronegócio do leite

Agência Estadual de Notícias
Um mapa que reúne e organiza todas as informações sobre o agronegócio
do leite – pré-produção, leis trabalhistas, produção e
pós-produção – foi lançado pelo Instituto de Tecnologia do Paraná
(Tecpar), resultado de um projeto de iniciação científica do ...

Veterinario


 
Genética clona 'Bandido', de América, e cria supertouros para rodeios

Paraiba.com.br
Ele cria três clones do touro e terá em Barretos 20 animais com esse perfil - inclusive com atendimento de hospital veterinário. Hoje, raças como marchigiana, nelore e simental estão entre as mais usadas - e mais cruzadas pelos proprietários - nas ...

Secretária da Agricultura de São Paulo



 
Novo Ministro da Agricultura – vida nova?

EXAME.com
Ao contrário das Secretarias Estaduais de Agricultura, onde o correto é ter um técnico à frente da Pasta (veja-se o excelente exemplo de São Paulo com Mônika Bergamaschi), em Brasília o cargo de Ministro é eminentemente político. ...

Cidades Digitais


 
Caixa e TSE firmam acordo para identificação digital de eleitores ...

Convergência Digital
... acelerar o projeto de identificação dos eleitores pelas impressões digitais. ... além de Curitiba-PR, Goiânia-GO e nas cidades paulistas de Jundiaí e ...

Sustentavel


 
Acre discute conceito de cidade sustentável em workshop

Agência de Notícias do Acre
Desenvolvimento com base nos princípios sustentáveis, essa é a uma dos fundamentos que norteiam o Governo do Estado e para discutir as melhores alternativas para colocar essa proposta em prática a primeira-dama Marlúcia Cândida convidou o co-fundador ...

Livro "Escolhas Sustentáveis" será lançado na Embrapa Pantanal

Agora MS
No próximo dia 22 de agosto, a partir das 9 horas da manhã, no Auditório da Embrapa Pantanal, será realizado o lançamento do Livro: "Escolhas Sustentáveis: discutindo biodiversidade, uso da terra, água e aquecimento global", de Rafael Morais ...


Agora MS
Copa Sustentável

Revista Fator
O Planeta Orgânico, que integra a Câmara Temática da Copa Orgânica e Sustentável, promove, no próximo dia 23 de agosto, com o apoio do Sebrae-RJ, o Seminário Green Rio - "Oportunidades e Desafios da Copa de 2014". Na ocasião, a diretora do Planeta ...

Educação Ambiental


 
Parque Ambiental começa a ser projetado

TÔSABENDO.COM
Os parques ambientais são áreas com características naturais únicas, de importância ambiental, e, além da preservação, servem a fins científicos, de educação ambiental e lazer. Com isso, o turismo eo lazer a essas áreas e ecossistemas só têm crescido a ...

Praias do Parque Serra das Andorinhas e APA Araguaia recebem ...

Para
Essa conquista é resultado de um trabalho de educação ambiental realizado no perímetro correspondente ao Parque Estadual Serra das Andorinhas (Pesam) e Área de Proteção Ambiental (APA) Araguaia desde o mês passado, quando técnicos e estagiários da ...

Etanol



 
Petrobras e São Martinho abrem novo ciclo do etanol

Protefer
Em linha com a estratégia do governo de ampliar a oferta de etanol no país, a Petrobras Biocombustíveis (PBio) anunciou ontem com o grupo paulista São Martinho. Em linha com a estratégia do governo de ampliar a oferta de etanol no país, ...
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Câmara aprova MP que reestrutura Correios e regula mercado de etanol

Jornal Floripa
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira a medida provisória que reestrutura os Correios, ampliando suas funções, e cria uma política de fiscalização e regulação do setor de etanol no país. A Câmara ainda votará na próxima semana ...
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América Central e Caribe exigem manutenção da taxa sobre etanol ...

Terra Brasil
SAN SALVADOR, 17 Ago 2011 (AFP) -A América Central eo Caribe realizam na sexta-feira em São Salvador uma cúpula sobre mudança climática, segurança e comércio, que debaterá formas de pressionar os Estados Unidos a manter a tarifa alfandegária ao etanol ...
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Petrobras cogita aumentar fatia em empresas de etanol

Economia - iG
BRASÍLIA – O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse hoje que a companhia pode aumentar a participação societária em empresas produtoras de etanol no país. Segundo o executivo, esta seria uma estratégia, atrelada à possibilidade ...
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Etanol sobe menos nos postos de SP, aponta Fipe

Paraná-Online
O valor médio do etanol apresentou alta menos intensa que a do começo do mês no final da primeira metade de agosto nos postos da cidade de São Paulo. De acordo com levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por meio ...
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Rally dos Sertões: Varela/Bampi vencem pela quinta vez na Pro Etanol

360 Graus
No entanto, venceram pela quinta vez na Pro Etanol e dispararam na liderança da categoria. "Foi difícil, assustador, mas prazeroso e uma maravilha", suspirou o piloto Reinaldo Varela, participando de sua 300ª corrida e bem próximo de sua 100ª vitória. ...
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Petrobras investirá US$ 2,5 bilhões até 2015

O Debate
A Petrobras anunciou que irá investir cerca de US$ 2,5 bilhões na ampliação da produção de etanol e biodiesel entre o período de 2011 a 2015. Este volume faz parte do total de US$ 4,1 bilhões destinados ao negócio de biocombustíveis, que prevê US$ 1,3 ...
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Brasil e EUA iniciam fórum de diálogo sobre energia

Terra Brasil
Poneman reiterou que um dos objetivos deste diálogo é buscar meios de desenvolver um trabalho conjunto em torno da promoção do etanol, que no Brasil é produzido a partir da cana-de-açúcar e nos EUA, do milho. Na área de petróleo e gás, ...
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Aumenta a importação de petróleo

DCI
O Governo Federal deseja regulamentar a produção eo comércio do etanol, dada a relevância que o combustível da cana passou a representar na matriz energética brasileira, como a segunda fonte, atrás somente do petróleo. Antes de cada ano safra as ...
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Setor sucroalcooleiro aperta os cintos

Revista Fator
Esse novo número de produção, convertido em produto final, gerará 31,57 milhões de toneladas de açúcar e 21 bilhões de litros de etanol. Compradores e vendedores começam a apertar os cintos. "Se considerássemos que no ano passado, nessa mesma época, ...
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Petrobras anuncia construção da maior usina de etanol do mundo ...

São Paulo, 17 ago (EFE).- A Petrobras e o Grupo São Martinho anunciaram nesta quarta-feira a construção de uma usina de produção d...
economia.uol.com.br/.../petrobras-anuncia-construcao-da-mai...
Folha.com - Mercado - Petrobras pode fazer usina própria de etanol ...

A Petrobras poderá construir usinas próprias de etanol e também aumentar participação nas empresas do setor às quais é associada, afirmou nesta quarta- feira ...
www1.folha.uol.com.br/.../961069-petrobras-pode-fazer-usina...
FGV: preços do etanol e da gasolina sobem menos - Jornal do Commercio

No final de julho, o etanol mostrou alta de 3,83% e a gasolina, apresentou a mesma variação positiva de 0,38% economia/Nacional- Jornal do Commercio.
jconline.ne10.uol.com.br/.../fgv-precos-do-etanol-e-da-gasolin...

Créditos de Carbono

  Para conhecimento...
 
Peneiras Moleculares De Carbono - Pesquisas Científicas - Wfalmeidajr

PENEIRAS MOLECULARES DE CARBONO E NANOTUBOS DE CARBONO WALTER FIGUEIREDO DE ALMEIDA JÚNIOR BELÉM-PA ... Carbono Inorgânico e... Os Creditos De Carbono e. ...
www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Peneiras...De.../58328.html
Conheça os roteiros turísticos que aliam meio ambiente e aventura ...

... registram 123 focos de incêndio em Brasília · Mistura de etanol à gasolina continuará em 25% · EUA planejam armazenar carbono em rochas em Montana ...
redeenergia.org/conheca-os-roteiros-turisticos-que-aliam-meio...

COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

Assinados acordos de cooperação

AngolaPress

Luanda – Os estados membros da Comunidade de Desenvolvimento da África
Austral (SADC) assinaram hoje, quinta-feira, na capital angolana, vários
acordos de cooperação nos domínios das Finanças, Infra-estruturas e
Luta Contra Branqueamento de Capitais. ...

Secretária da Agricultura

 
Agricultura -Ações da secretaria

Secretaria Municipal de Agricultura. Nesta quarta-feira, às 14 horas, a secretaria municipal de Agricultura realiza reunião com produtores do KM 15, ...
www.franciscobeltrao.com.br/noticias/default.asp?id=6888...
Secretário executivo assume interinamente Agricultura - O Estado ...

Secretário executivo assume interinamente Agricultura. Brasília, 17 - A ministra chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, ...
oestadodoparana.pron.com.br/agronegocio/.../41457/?n...

Agroecológica

 
Agrobiodiversidade em foco

A proposta é construir coletivamente conhecimento agroecológico através da ... Com o tema central "Caminhos de financiamento da transição agroecológica", ...
www.nead.org.br/portal/nead/noticias/item?item_id...

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Ovinos: diferença entre Brasil e Nova Zelândia

Fonte: Paulo de Tarso dos Santos Martins

Dayanne Almeida
"A grande diferença entre Brasil e Nova Zelândia em termos de cadeia produtiva é resumida em uma palavra só: foco".

Confira a entrevista realizada pela Rádio Estrada Fora com Dayanne Martins Almeida, zootecnista pela Unesp de Botucatu e represante técnica na América do Sul pela One Stop Ram Shop Genetics - Criação de Reprodutores Ovinos de Elite da Nova Zelândia. A Rádio Estrada Afora foi criada em abril de 2009 por dois alunos de doutorado em Ciência Animal (Zootecnia) e Biológica: Rodrigo Pacheco e Gustavo Cruz. O meio de comunicação (rádio) foi escolhido por ser de fácil acesso e apresentar tecnologias que permitem distribuição em áreas remotas do planeta. Os temas discutidos durante os programas englobam tanto questões regionais como mundiais. A participação dos ouvintes é de extrema importância para a geração de discussões, as quais consequentemente, promovem o conhecimento. Abaixo escute o áudio da entrevista e leia os principais destaques.


Destaques da entrevista

"A grande diferença entre Brasil e Nova Zelândia em termos de cadeia produtiva é resumida em uma palavra só: foco. Aqui o pessoal levou 40 anos para focar no que hoje é a ovinocultura do país e eles vivem disso. A NZ é um país que possui 4 milhões de habitantes e 50% da terra é composta por montanhas de mais de 2 mil metros, eles precisam ser eficientes naquilo que fazem se não eles ficarão para trás. Tudo aqui tem foco, se eu quero chegar na meta A, eu tenho 1,2,3,4 e 5 pontos. Se eu sair desses 5 pontos, não consigo chegar na meta A".

"No Brasil, as pessoas fazem estágio em associações, fazem estágio em fazenda, em cooperativa ou consultoria e não existe um padrão, não existe um foco, nem mesmo nas universidades. No Brasil, há universidades focadas em uma raça só, há universidade focada em produção leiteira, tem universidade que é focada em utilização de amendoim para a alimentação de cordeiros. Não há foco e a gente não consegue trabalhar junto".

"O individualismo na cadeia produtiva do Brasil é o que na minha opinião impaca todo o resto, por mais que a gente tenha potencial, por mais que a gente tenha vontade, essa desunião não nos deixa caminhar. Aqui o foco é muito forte, tudo faz sentido, tudo tem uma pergunta e uma resposta caminhando para o objetivo deles que é a produção de carne".

"Quando eu cheguei na Nova Zelândia eu perguntei qual era o segredo, já que o país é um dos maiores produtores de ovinos do mundo. E a pessoa me respondeu da forma mais tranquila e direta dizendo que lá eles não criam ovelhas, mas criam pastos e a ovelha é consequência do sistema. Eu achei essa filosofia incrível pois no Brasil a gente trabalha o inverso. Temos formulações de rações para ovinos fantásticas com porcentagem e acurácia incrivelmente medidas, mas tudo que vem antes disso, não acompanha essa formulação. Aqui nós começamos com o básico, que é o alimento - pasto, a forma mais barata de alimentar os animais. Se a mãe dos cordeiros não se alimenta bem, ela não vai produzir leite e consequentemente não vai criar os cordeiros bem. E não adianta eu dar uma ração com uma formulação fantástica para este cordeiro daqui 2 meses, pois se ele não teve crescimento satisfatório no período inicial da vida dele, ele não vai trazer bons resultados no confinamento, pelo contrário, eu vou estar gastando mais com esse animal".

"Aqui eu posso dizer que se produz ovinos, e no Brasil se cria. A produção na NZ é voltada para carcaça. Quando eu olho o animal pendurado no frigorífico o significado dele é carne, eu não olho a raça, mesmo porque são várias raças que eles usam aqui, não tem uma raça pura na maioria das vezes e sim raças compostas que dão n tipos de animais em termos de aparência. Por exemplo: aqui na fazenda eu tenho 10 diferentes raças e compostos e a partir do momento que eles viram carcaça, todos eles são iguais. Você não fala o que que era da raça a, b ou c porque geneticamente eles tem a mesma máquina".

"No Brasil o produtor se preocupa se a ovelha pariu, quando o cordeiro vai entrar no confinamento e com quantos quilos ele vai sair de lá. Para isso, o reprodutor precisa ter 10 premiações e há pouca importância sobre os resultados no frigorífico, o que importa é que eu finalizei e mandei para lá. A parte como criador está feita e não há mais nenhum vínculo. Pouco importa se meus animais possuem carcaças tipo A ou tipo B. Não há um link e uma preocupação com o consumidor. Aqui pouco importa se a orelha é grande ou pequena, se o animal tem manchas nas costas ou não, ele é carcaça e precisa atingir uma qualidade x para alcançar aquele mercado".

"Como a NZ depende muito da agricultura, inclusive grande parte do PIB deles é oriundo da agricultura e 90% do que se produz aqui é exportado, a demanda por qualidade e eficiência é muito grande, pois se eles deixam de produzir x números de cordeiros, eles vão deixar de exportar x números de cordeiros. Então é menos dinheiro entrando e a economia cai um pouco. E para estar melhorando, eles tem a consciência que precisam trabalhar coisas elementares que muitas vezes a gente deixa passar despercebido".

"A partir do momento que a lã começou a decair aqui, os produtores não tiveram outra opção além de abater matrizes até que um certo grupo de criadores resolveu procurar outras opções para os ovinos que não fosse a lã. Então, foram introduzidas algumas raças europeias no país para dupla aptidão e novos caminhos foram pesquisados. Como tudo aqui é pequeno, as informações chegam muito rápido e para isso eles tem órgãos especiais para a difusão do conhecimento e da pesquisa. Eles também recebem bastante influência da Austália".

"Quando a produção de carne virou prioridade, eles tiveram praticamente que mudar todo o sistema e para isso precisaram rever e aplicar bases da zootecnia para ganhar dinheiro e manter a posição no mercado mundial. Aqui a união entre universidade, produtor e consumidor é muito grande, eles se comunicam bastante, porque um depende do outro".

"Mesmo no RS, onde a ovinocultura é considerada top, os produtores não entendem muito sobre melhoramento genético, mesmo tendo cultura e universidades por lá".

"Precisamos achar o nosso foco. Nós ainda estamos presos num monópolio genético. Se eu trago genética de fora, ela é de ponta, então o valor é milionário. O produtor busca genética para alavancar a sua produção mas os preços de reprodutores no Brasil são muito caros. Numa feira no RS havia um reprodutor custando US$ 9.000,00. Na fazenda aqui onde eu trabalho, que cria reprodutores, o carneiro mais caro custa US$ 1.000,00 e está entre top dos 10%".

"A NZ não tem preocupação nenhuma em esconder a informação. Tudo aqui em termos de pesquisa é aberto para a população, é aberto para os produtores e é aberto para os sites internacionais. Eles não tem medo de desvendar segredos e gerar possíveis competidores".

"Atualmente é produzido 1 milhão de toneladas de carne ovina no mundo, quantidade que não sustenta a demanda atual. A NZ sabe que não vai conseguir sustentar toda essa demanda, mas o que eles querem é promover a carne ovina e ter países para ajudá-los a produzir e sustentar este mercado".

"Nós aqui recebemos clientes do mundo inteiro. Nós fazemos primeiro a pré venda. Nós apresentamos as raças ao cliente e vamos na fazenda dele para ver o sistema de produção, o manejo, o objetivo, a taxa de prenhez, a resistência aos vermes e à fotossensibilização, etc. Então, elaboramos um relatório e escolhemos a raça ou composto que vai melhor se adaptar a realidade do cliente. A partir do momento que defino a raça ou composto eu escolho o animal que mais se aproxima".

"Aqui os animais passam por seleção genética e nada é feito a olho. Desde que o animal nasce, ele tem um acompanhamento da taxa de crescimento, resistência a vermes, prolificidade, sobrevivência ao nascimento, sobrevivência ao desmame, etc. Acompanhamos esses animais com uma ficha de campo desde o parto e captamos todas as informações possíveis. E como aqui nós produzimos reprodutores, precisamos realizar uma seleção maior, para atingirmos uma maior gama de produtores. Todos os animais possuem uma ficha que os classificam e que dá uma resposta final que é: quanto em termos de dólares esse animal adiciona na progênie?".
 
Paulo de Tarso
Zootecnista
"Há 24 anos na produção animal no MT"

(Antes de imprimir, pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE)

O Berro - Na dança dos números

Fonte: Revista o Berro - 146 - Junho de 2011
Editorial - - 08/07/2011

As indústrias não oferecem tecnologia adequada e suficiente para ovinos e caprinos pois o rebanho é muito pequeno. De fato, segundo o IBGE, o rebanho brasileiro de ovinos e caprinos é de apenas 25 milhões de cabeças – muito pequeno para garantir investimentos. Então, se correr o bicho pega; se ficar o bicho come! O IBGE, todavia, é uma irrealidade de fazer pena, se não fosse tão trágico para o setor: uma simples análise dos resultados do Censo mostra municípios com 50 cabeças que deveriam ter 5.000! Muita gente acredita que o rebanho brasileiro já passa muito de 40 milhões de cabeças, mas o produtor não irá declarar, por medo de confisco, como já aconteceu no passado! Assim como 99% dos produtores rurais não apresentam frangos, galinhas, patos, porcos, ao Censo – quando criados para consumo próprio. Como avestruz, o IBGE prefere esconder a cabeça na areia para não enxergar a verdade, divulgando números levianos.

Para o produtor, em última análise, caprinos e ovinos são um bem móvel, servem para o consumo imediato, podem ser convertidos em moeda sonante durante uma única noite, ou seja, são o cofre forte dos produtores rurais e eles não irão escancarar seu cofre para nenhum Censo medieval. A contagem precisa ser feita por outros meios já disponíveis. Que a avestruz tire a cabeça da terra e contabilize o imenso rebanho que se esconde sob a bandeira da clandestinidade que vai muito além de 50%. O setor clama por cifras verdadeiras.

O mundo espera que o Brasil venha a apresentar, rapidamente, seu rebanho de 100 milhões de cabeças para começar a brilhar no cenário mundial. Os produtores estão fazendo sua parte; espera-se que o Governo faça a dele, começando por números condizentes com a realidade.

Ovinos e caprinos representam fixação no campo, felicidade social e renda garantida; portanto merecem atenção. É preciso reconhecer que chegou o momento de parar de pintar o criador como ignorante, uma vez que ele está de mãos atadas, sem defesa, sem garantias de um futuro e, como tal, esconde cifras que, para ele, representam um seguro de vida. Ao se lhe dar um futuro, garantindo a gratificação pelo suor, o fazendeiro poderá fazer o restante sozinho, introduzirá tecnologia, deixará de ser ignorante, etc.

Farol do mundo – Nesta edição, a revista O Berro - depois que uma comitiva brasileira de empresários visitou a Nova Zelândia, trazendo de lá muitas novidades e informações úteis - começa a mostrar os mandamentos daquele país, onde reside o exemplo de que o Governo não precisa dar nada, apenas garantir a existência produtiva da atividade. Lá o Governo retirou-se do campo, deixando que a ini­ciativa privada comandasse o espetáculo do crescimento, transformando o país no maior exportador de carne, sendo hoje o farol para o mundo inteiro.

A Nova Zelândia, a Austrália, os Estados Unidos, a Europa inteira, todos esperam que o Brasil assuma a dianteira da caprino-ovinocultura mundial e têm tecnologia disponível para implantar, de imediato, no Terceiro Mundo. Há muito a ser feito pela carne ovina, nos mercados mundiais e, mesmo eles, precisam de mais participantes para enfrentar a carne de gado, de aves, de suínos! Chegou a hora de o Brasil entrar no time dos grandes produtores de ovinos e caprinos. O país tem terra, clima, animais e profissionais, mas ainda falta disposição governamental para levar adiante a maratona a favor do homem rural.

Em cada edição, a revista O Berro estará mostrando a pujança da Nova Zelândia, em todas as esferas da atividade, com a melhor tecnologia internacional - como bússola para os brasileiros. Lá não se concebe rebanho com menos de 2.000 ovelhas, que é o normal para ser cuidado por uma única pessoa ou família! Trata-se de um rebanho pequeno que, no Brasil, é o sonho de milhões de pequenas propriedades. Este sonho pode tornar-se realidade a qualquer momento. Basta o Governo querer.

Epopeia gaúcha – Também nessa edição, a revista O Berro começa uma sequência de matérias que irá durar um ano inteiro, mostrando que o antigo rebanho de 14,0 milhões de cabeças que abrilhantava o Rio Grande do Sul já está começando a retornar, agora por meio da ovinocultura de corte. A produção de lã também voltará, mas com mais especificidade, abrindo caminho para a carne em todas as propriedades. Haverá menos ovelhas de lã, mas com lã de melhor qualidade, ou para atender nichos de mercado; enquanto a maioria será de lã carpete para uso comum.

As propriedades estão no mesmo lugar, apenas esperando o sinal do Governo, para multiplicação ou reintrodução de ovelhas, num momento em que o mercado está superaquecido. Os produtores sabem que têm apenas entre 5 a 10 anos para multiplicar o rebanho, ou terão perdido o bonde da história, mais uma vez.

O antigo e vigoroso rebanho de 14 milhões não foi ouvido, na ocasião em que despencava para chegar a minguados 3,0 milhões de cabeças, tendo sobrado para os proprietários descobrir que o melhor caminho para bem utilizar as terras seria transformar a ovelha de lã em ovelha de corte. Deu certo e, agora, milhares de propriedades já vão aumentando seus rebanhos.

Se os governos gaúcho e brasileiro quiserem, logo serão dezenas de milhares de propriedades, retornando ao brilhantismo antigo, aquecendo uma atividade em que quase tudo está para ser feito: comerciantes, indústria, insumos, frigoríficos, empacotadores, transportadores, exportadores, etc. Milhões de empregos aguardando a iniciativa governamental de apoiar a onda desenvolvimentista. De novo, a liderança poderá ficar com os gaúchos, uma vez que já têm a terra adequada e uma imensa tradição com ovelhas nos campos, bastando retornar à glória antiga de bem produzir.

Produzir ou não produzir - Tendo terminado o Governo anterior, onde era comum o malabarismo com estatísticas e números, para criar uma ofuscação na cabeça de pessoas simples, chegou o tempo de colocar ordem na casa e, para isso, o Brasil conta com uma mulher na presidência. Mais uma vez, o país trata de sair do espírito medieval ufanista para entrar num período de colocar o pé no chão. As ovelhas têm um grande papel a cumprir, pois apontam para um futuro correto.

O Brasil meteu a mão no cofre público e distribuiu dinheiro para os mais pobres – uma boa iniciativa se estivesse alicerçada na Constituição – mas descuidou amplamente da infraestrutura produtiva do país. Por isso, favoreceu os que não produzem com o minguado dinheiro dos que produzem. Não houve estímulo para os que pouco produzem, levando-os para muito produzir, talvez porque os votos vêm dos consumidores e não dos produtores!

O país vive então, nos últimos anos, uma orgia de números fantasiosos. As televisões divulgam que tudo vai bem, mas não conseguem esconder que o que se vê discorda no geral e no atacado do ufanismo governamental. O Brasil vai bem, diante do mundo, em grande parte porque o mundo retrocedeu e não necessariamente porque o país avançou.

Para sua gastança particular o Governo mete a mão no saldo do comércio exterior propiciado pelo setor rural, mas não devolve o suficiente para garantir a produção nos próximos anos. Pelo contrário, embora o produtor rural seja o herói do desenvolvimentismo brasileiro – com suas commodities – o Governo trata de exibi-lo como inimigo da sociedade. Ora, o vilão não é o homem que trabalha o chão, mas sim quem surrupia o suado resultado, sem dar um horizonte tranquilo para aqueles que garantem a continuidade da produção.

O Governo mostra o proprietário como latifundiário, para pichá-lo, quando o problema social está no micro e minifúndio que são asfixiantes. Ao invés de apenas tentar reduzir ou liquidar o latifúndio, o Governo poderia – se quisesse – premiar os micro e pequenos produtores, dando-lhes mais terra para multiplicar, de fato, os alimentos brasileiros. O programa de Reforma Agrária, remando no lado oposto, doando terras para quem não vai produzir, é conceitualmente equivocado. ­

Enquanto isso, mais de 1,5 milhão de propriedades sonham em multiplicar seu espaço, ou seja, sua terra, com garantia absoluta de que também iriam multiplicar a produção. Por que o Governo não faz essa Reforma Agrária objetiva e racional? Até agora, jogou fora 80 milhões de hectares que poderiam estar nas mãos de pequenos bons produtores rurais que anseiam por ter um pedaço a mais de terra e que tem entre 10 a 30 hectares. Se recebessem 80 hectares, cada um, como presente, estaria feita a verdadeira Reforma Agrária, dando terra a quem quer produzir, de verdade!

Ao invés disso, lança programas que apontam o proprietário como vilão, um desmatador cruel, liquidando o meio ambiente, esquecendo-se que ele – o Governo - é quem se apropria de 40% da produção nacional. Para produzir o suficiente com única intenção de se manter vivos, o rurícola coloca em risco calculado todas suas possibilidades de exploração. Se o Governo retirasse os extorsivos impostos, a exploração de terras marginais e florestas também seria reduzida, pois o proprietário cuida da sua terra como o industrial cuida de sua indústria e a dona-de-casa cuida de sua casa. Ele não destrói a terra de onde tira seu sustento, mas a vem utilizando para poder pagar os quase 40% do imposto governamental.

Eis um raciocínio lógico: se o Governo quer se apropriar de 40% dos produtos, então dê mais terra para os pequenos produtores rurais, como gesto de decência aritmética, para que eles possam produzir o valor dos 40%. Ao invés de extorsão, o Governo estaria investindo na operosidade dos pequenos produtores: menos mal. O Governo, porém, apenas vai às televisões e culpa o proprietário rural – muito fácil! Por um lado, impede a produção, por outro pratica extorsão do pouco produzido; evitando dizer que este é o caminho da infelicidade futura, pois é embrião de conflitos sociais, segundo a História.

Seria bom se houvesse um retorno à boa aritmética, com números confiáveis e boas intenções embutidas nas cifras. Ovelhas e cabras são um bom exemplo de como começar a mudar o cenário do campo!

O Berro nº 146




terça-feira, 16 de agosto de 2011

Veterinario


Fazendas de Krasnodar responderão por falta de condições sanitárias

Diário da Rússia
O Rosselkhoznadzor, Serviço de Controle Veterinário e Fitossanitário da Rússia, determinou o sacrifício de 15 mil porcos após constatar um surto de peste suína africana (PPA, na sigla em inglês) em Krasnodar, no sul do país. ...

Agradecimento

Foram muitas as horas que passamos elaborando, estudando e sonhando para criar a “ONG AIAS”. Durante este tempo, muitas pessoas estiveram envolvidas até que nós chegássemos a um resultado final; porém, não é fácil ter as palavras corretas para mostrar-se grato a todos os envolvidos. Estejam certos de que a felicidade que estou sentindo por estarmos unidos é muito grande. Você só poderá encontrar a felicidade quando souber fazê-la nascer de dentro de seu coração, quando aprender a ajudar a todos indistintamente, com suas ações, suas palavras e seus sentimentos.

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a “Deus” pelo descanso da noite e pela claridade da manhã, e que esteve sempre ao nosso lado nos dando forças para continuar trabalhando e não desanimar nas horas difíceis.

Em segundo lugar, gostaria de agradecer a minha esposa, companheira e amiga, Marli, pela paciência que teve e pelo perdão pelas horas que não lhe dediquei, pois foram consumidas neste trabalho, e pelo amor que me dedica em todos os momentos de sua vida.

Aos meus familiares adoráveis, em especial a minha mãe (Mariana), irmã (Solange), avós paternos e maternos, a minha querida sogra Cota (Dona Celina) e o meu sogro Bia (Sr. Bienor, o meu querido Bia), fontes principais do entusiasmo na elaboração e criação desta associação. É preciso não pensar na idade, mas vivê-la; saber ser feliz é preciso, antes de tudo, encontrar a paciência, suprir a necessidade da mente, em busca do dia-a-dia na consciência de entender que um dia você pode lutar para vencer, mesmo que antes já tenha sido derrotado, mas sem nunca perder as esperanças.

Porque o comodismo é a injustiça da liberdade, que provoca o transtorno, e o desamor à condição de caminhar pela paz.

E a vida é todo o espaço de tempo que temos para pensar no momento em que estamos conscientes do que fazemos em benefício do amanhã pela Caprinocultura e Ovinocultura.

A todas as pessoas da “ONG AIAS - Caprinos & Ovinos”, aos diretores, conselheiros, amigos, pessoas que colaboram diretamente ou indiretamente, ao meu Compadre e grande Amigo Everson Soares de Oliveira o Sonn, obrigado, para o sucesso desta associação, para que este material chegue até você, nosso muito obrigado.

“O maior sentimento que podemos ter é sentir no coração que Deus pode realizar aquele sonho que para muitos é impossível, mas para Deus não, porque quando eu não posso Deus pode.”

AIAS
Pelo Latim Ahias, do Hebraico Ahiyas
“Amigos de Deus”