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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Cada pessoa emite 1,6 tonelada de carbono ao ano, calcula ONG

Viagens aéreas e automóveis estão entre os vilões de emissão de gás carbônico. Saiba como calcular sua emissão de carbono e neutralizar os gases-estufa que contribuem para o aquecimento do planeta

Por: Suzana Vier

Publicado em 22/12/2009, 09:10

Última atualização em 09:10

Ações cotidianas e essenciais como tomar banho, cozinhar e deslocar-se para o trabalho representam, ao final de um ano, 1,6 tonelada de CO2 liberados na atmosfera, por uma única pessoa, segundo a calculadora de carbono da ONG Iniciativa Verde.

O gás carbônico é o principal causador do efeito-estufa e é liberado ao longo de todo o dia, em atividades diárias de toda a população. A calculadora no site da Iniciativa Verde ajuda cada pessoa a ter ideia de quanto emite de carbono ao utilizar energia elétrica, gás de cozinha, veículos e utilizar o transporte áereo.

Ao manusear a calculadora, rapidamente o usuário percebe que o consumo de combustível de veículos automotores e viagens aéreas são os principais geradores de gases-estufa. Mas o troféu de maior poluidor fica com as aeronaves.

O programa também informa quantas árvores devem ser plantadas por ano para neutralizar os gases-estufa liberados. Segundo a ONG, uma pessoa, em média, deve plantar dez árvores para compensar a emissão de carbono.

O panorama muda quando se insere na conta as viagens aéreas. Se durante um ano, uma pessoa viajou de avião de Belo Horizonte a São Paulo, retornando à capital mineira, uma vez, só nessa ação foi emitida 0,17 tonelada de carbono. O que requer o plantio de uma árvore em compensação. Quem viaja todo mês nesse trajeto, ao longo de um ano, terá contribuído para o aquecimento global com 2,07 toneladas de gases-estufa e terá a tarefa de plantar 13 árvores.

Se a pessoa que viaja de Belo Horizonte a São Paulo todo mês, juntar o consumo de energia elétrica, de gás e de um carro pequeno, chegará ao final do ano com 3,67 toneladas de carbono jogados na atmosfera. Essa conta exigiria o plantio de 23 árvores.

Principais geradores de carbono

As principais atividades que produzem gases-estufa são decorrentes do uso de energia elétrica nos aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos e nos processos industriais, lista a ONG Iniciativa Verde. Outro pólo gerador de carbono é a não reutilização ou não reciclagem de materiais e produtos. Segundo a organização, isso obriga a exploração de matéria-prima bruta na natureza e a um novo processo de fabricação, transporte e comercialização.

Um sério problema citado pela Iniciativa Verde é a queima de combustíveis fósseis, como óleo diesel, gasolina e carvão, nos processos industriais e no funcionamento de meios de transporte como carro, ônibus, caminhão e, principalmente, avião.

O desmatamento é mais um problema levantado. A derrubada e as queimadas na região amazônica são responsáveis por dois terços das emissões brasileiras de CO2.

Como neutralizar gases-estufa

Arvores neutralizam carbono
Árvores neutralizam carbono (Foto: Leszek Nowak/Sxc.hu)

A tarefa de neutralizar os gases-estufa, em geral, fica a cargo das árvores, que absorvem o gás-carbônico e melhoram a qualidade do ar, mas não é só. De acordo com a Iniciativa Verde, há maneiras simples para diminuir a emissão individual de gases do efeito-estufa.

Para diminuir a emissão de 500 kg ou mais de carbono, a ONG sugere:

  • reduza em 10% a utilização de veículos automotores. "Se você dirige 20 mil km por ano, reduza sua rodagem em 10%. Experimente deixar o carro em casa e usar o transporte público, a bicileta ou a caminhada como forma de deslocar-se. Aposte também em alternativas como trabalhar em casa uma vez por semana", recomenda a Iniciativa Verde;
  • prefira veículos movidos a álcool ou biocombustíveis. "O álcool, ao contrário da gasolina, do diesel ou do gás, é uma fonte de energia renovável";

Para uma redução anual entre 100 e 499 kg de gás carbônico:

  • cuide da manutenção do seu veículo. "Um motor mal cuidado pode consumir 50% a mais de combustível e produzir 50% mais CO2";
  • calibre o pneu do carro a cada quinze dias, pelo menos;
  • quem tem mais de uma geladeira ou freezer ligados, a sugestão é desligar um deles ou trocar modelos antigos e menos eficientes energeticamente;
  • troque as cinco lâmpadas mais utilizadas em sua casa por modelos que gastam menos energia. Essa ação reduz sensivelmente as emissões de gases de efeito estufa e diminuem a conta de luz. "Uma lâmpada fluorescente consome cerca de três vezes menos energia do que uma incandescente e ainda pode durante até 10 vezes mais", aponta.
  • separe materiais recicláveis, pois todos representam diminuição das emissões de gases de efeito estufa. "Além de evitar mais exploração de matéria-prima bruta, dispensa os gastos de energia e combustíveis fósseis no processo de fabricação e transporte", lembra;
alternativa sustentável
Bicicletas são alternativa sustentável. Diferente dos automóveis, não liberam carbono (Foto: Antonio Cruz/Abr)

Redução anual de menos de 100 kg:

  • substitua o ar condicionado pelo ventilador;
  • desligue luzes e equipamentos quando não estiverem sendo utilizados. Evite, por exemplo, deixar computadores ligados 24 horas por dia e configure-os para que desliguem seus monitores quando estão em espera;
  • utilize o mínimo necessário de papel;
  • evite deixar a torneira aberta ao fazer a barba, escovar os dentes ou lavar a louça. "Nem pense em usar mangueiras para alvar calçadas, quintais e carros. Lance mão dos baldes e evite que seu dinheiro também vá por água abaixo", alerta a ONG.

Mais sugestões de ações sustentáveis e a calculadora de carbono podem ser encontradas no site da ONG Iniciativa Verde.

Crédito: Rede Brasil Atual

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Consórcio do Bode

Existem muitos Romualdos no Nordeste. Jovens que deixam sua terra em busca de uma vida melhor.

Mas a peça, encenada pelo Grupo Raízes nordestinas, surgiu pra divulgar uma história real de sucesso, o caso de um grupo de produtores rurais que investiu na criação de cabras.

Seu Antônio Andrade é um dos protagonistas dessa história e conta que tudo começou num curso, que não tratava de caprinos.

“A idéia surgiu em um curso de capacitação em bovinocultura leiteira. O professor nos perguntou porque a gente não criava cabras na região, já que os animais se adaptam melhor”, conta.

Marcos Rogério da Silva também estava entre os alunos e logo se convenceu das vantagens da cabra sobre a vaca.

“Na área em que se cria uma vaca, você pode criar 10 cabras. A comida que uma vaca consome dá para alimentar 10 cabras. A diferença é que a vaca chega a dar uma cria por ano, enquanto a cabra dá duas”, afirma.

O grupo decidiu, então, se organizar e criou a Asca- Associação Sertaneja de Caprinocultores.

A associação nasceu cheia de sonhos, mas nenhuma cabra. Era um grupo de criadores de caprinos que não tinha cabra para criar. A maioria deles não tinha se quer dinheiro para começar o negócio. Então eles decidiram economizar em conjunto. Foi aí que surgiu o consórcio do bode.

Cada um dos 30 associados contribuiu com o que podia. Quantias pequenas que foram se somando. E em menos de um ano, foi feita a primeira compra.

“Nesta primeira aquisição a gente conseguiu 140 animais. Demos uma jóia e ficamos com quatro prestações a mais para pagar”, conta um dos associados.

Coloque-se no lugar de um produtor, louco pra começar na nova atividade, diante de um rebanho recém-comprado. Você, como eu, iria querer escolher a cabra mais bonita, de aparência mais saudável. Pois esse foi o primeiro conflito dentro da associação.

Mas o conflito da escolha teve logo solução. Inventaram moda nova pra fazer a distribuição. A idéia de chamar alguém de fora pra distribuir os animais evitou o favorecimento dos criadores e, em alguns casos, houve surpresas incríveis.

Cada criador recebeu um número de animais de acordo com o investimento que tinha sido feito. O seu Adauto teve direito a oito cabras. Uma delas era bem pequenininha, magrinha. Ela logo recebeu o nome de Zuca. Hoje ela tem com sete anos de idade e já é campeã na produção de leite.

Seu Adauto teve sorte. Já ganhou cinco torneios leiteiros com a Zuca. Os troféus e faixas têm lugar de destaque na casa dele.

Mas pra quem, antes, criava vacas, foi preciso se adaptar à nova criação. Junto com outros produtores, seu Adauto fez curso no Sebrae para aprender sobre o manejo do caprio.

Mas a virada na criação de vaca para cabra não exigiu apenas conhecimento técnico. A nova oferta de leite de cabra pedia também uma mudança no paladar do consumidor. E essa foi mais difícil.

Hoje seu Adauto já multiplicou a criação em dez vezes, tem 80 cabras. Todas as manhãs, na hora da ordenha, ele toma o seu copo de leite.

Um carro circula entre as pequenas propriedades do estado. Traz dentro um veterinário e tem um nome bem engraçado, o “bode móvel” que, no início, causou estranheza.

O veterinário trabalha na prevenção e tratamento de um dos principais problemas da criação: a verminose. Quem tem na criação um animal doente colhe uma amostra de fezes e leva pra análise.

“Após esta análise nós fazemos a prescrição de medicamento, quando o produtor vai utilizar. Nós voltamos após 30 dias e fazemos um novo exame. Identificando que este produtor ainda continua com um alto índice de infestação, nós vamos na propriedade do produtor para observar que motivos estão levando a esta infestação. Nós temos ao longo destes três anos de trabalho 69% de redução de verminoza”, declara Fagner Silveira Corrêa, veterinário – Sebrae.

Na propriedade de outro criador da associação, seu Adalmir Barros. Lembra do Romualdo, do começo da reportagem? Pois é, seu Adalmir é um dos sertanejos que abandonaram o sertão.

Durante um tempo, seu Adalmir trabalhou como vaqueiro e não tem saudade. “Na época a gente tinha que acordar duas horas da manhã para tirar leite. Agora a gente levanta umas cinco. Não tem patrão no pé”, conta ele.

Seu Adalmir conta com a ajuda da mulher, estela, e do filho, Cleverton, que também tem suas 13 cabrinhas.

A alimentação dos animais é tão fácil que os sertanejos costumam até brincar: dizem que a única folha que a cabra não come é a folha de zinco.

Na época seca, a garantia de comida é a palma forrageira. “Todo mundo tem que plantar no verão, se for comprar são dois mil reais para alimentar as cabras durante um ano, já se fosse vaca dura só 60 dias”, explica.

No meio do trabalho, sempre tem um tempinho para um cafuné nos animais, afinal eles só têm melhorado a vida da família.

As melhorias são bem visíveis até do lado de fora. Quando ma renda subiu um pouco, subiu junto o telhado da casa.

O banheiro, que antes ficava do lado de fora, passou pra dentro da casa. Piso novo, moto nova, há uns cinco anos seu Adalmir e dona estela casaram a filha. Foi um festão pra 150 convidados.

E ainda sobra pra investir na criação. “Estou construindo outra sala para ordenhar as cabras”, conta.

Outro investimento é no próprio rebanho. Seu Adalmir acaba de trazer de minas esta cabra pardo-alpina. A melhoria na genética é o novo objetivo da associação de criadores.

“A gente quer melhorar o rebanho pra conseguir um animal com maior produtividade comendo o mesmo alimento que os animais que já adquirimos”, explica.

Diariamente, todos os produtores mandam o leite para o pequeno laticínio da associação. Mas a entrega é limitada.

“A cota hoje está estipulada entre 70 e 80 litros por produtor por semana. A maioria dos associados produzem metade desta cota por dia, então significa que em dois dias eles conseguem ultrapassar a cota deles. Quando se cumpre a cota, o excedente a gente costuma vender junto ao leite bovino pra outros laticínios. O que está faltando pra gente no momento é mercado”, declara Marcos Rogério da Silva, presidente da associação.

O leite processado no laticínio é comercializado num único ponto de venda: o ponto do bode, que quem toma conta é o Cleverson, filho do seu Adalmir.

Lá tem iogurte, doce de leite e queijos de vários tipos... Ao lado do ponto do bode, o novo investimento da associação: um laticínio maior e dentro dos padrões de higiene.

“Quando ele estiver concluído, nós produziremos mais leite, venderemos produtos com melhor qualidade, seremos obrigados a contratar novas pessoas, com isso estaremos gerando emprego e renda pra nossa comunidade”, afirma Marcos Rogério da Silva, presidente da associação.

A experiência do consórcio do bode de Nossa Senhora da Glória já é exemplo para outros municípios e mudou a economia da região, como conta o gestor de agronegócio do Sebrae.

“Com a criação do consórcio do bode, essa atividade vem crescendo de uma forma tal que hoje nós já temos um rebanho de caprino no nosso estado em torno de 23 mil cabeças. E com a produção de leite caprino em torno de 150 mil litros por mês. Hoje nós desenvolvemos a atividade já com 14 municípios e a demanda continua crescendo”, afirma Antônio Cardoso de Lisboa, gestor do Sebrae.

Na peça do Sebrae, Romualdo volta ao sertão quando vê a possibilidade de viver da criação de cabras.

Para os criadores do consórcio do bode, esta oportunidade pode trazer gente de volta e, principalmente, evitar que muitos saiam.

“Me chamam de Rogério da Cabra. Me orgulha porque é um animal tão resistente como o nordestino”, diz um criador.

Desde o início da associação, o número de criadores cresceu de 22, há oito anos, para 30.

Data: 16-03-2009
Fonte: Globo Rural

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Cuidado com golpe na compra de ovinos

Um homem vem visitando diversas propriedades de criadores de ovinos para comprar animais com cheque roubado no Estado de São Paulo. Ele tem boa conversa e um veículo F4000 bege. A polícia investiga o caso e já tem imagens do acusado de um circuito interno de televisão. Ainda não se sabe o nome, pois todas as informações apresentadas são falsas.

O golpe já ocorreu na região de Piedade e Itatinga, com associados da ASPACO. Você que é criador, fique atento.

www.aspaco.org.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Bird aprova projetos sustentáveis

07/12/2009 15:26
Bird aprova projetos sustentáveis

Da Redação
Agência Pará

O Banco Interamericano de Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) deu o sinal verde para os primeiros projetos de investimentos produtivos (Pip's) para a produção de óleos da Amazônia, através da semente do cupuaçu e para o manejo e a verticalização da cadeia produtiva do açaí nos municípios de Tomé-Açu e Muaná, região de integração do Capim e do Marajó, localizados em média 150 quilômetros da capital Belém.

A ação governamental faz parte da estratégia de Projeto de Desenvolvimento Local (PDL) desenvolvida pelo Programa Pará Rural, vinculado à Secretaria de Estado de Projetos Estratégicos (Sepe).

O Projeto de Investimento Produtivo (PIP) do açaí disponibiliza para o manejo e verticalização da cadeia produtiva do açaí mais de R$ 936 mil para atender 250 famílias de extrativistas, organizadas na Associação das Mulheres Muanenses no município de Muaná, região de integração do Marajó.

Para o PIP do óleo mais de R$116 mil para produção de óleos através do beneficiamento da semente de cupuaçu para atender 47 famílias de agricultores familiares, organizadas na Associação de Produtores e Produtoras da Agricultura Familiar de Tomé-Açú, região de integração do Capim.

Edson Gillet - Sepe/Pará Rural

Agradecimento

Foram muitas as horas que passamos elaborando, estudando e sonhando para criar a “ONG AIAS”. Durante este tempo, muitas pessoas estiveram envolvidas até que nós chegássemos a um resultado final; porém, não é fácil ter as palavras corretas para mostrar-se grato a todos os envolvidos. Estejam certos de que a felicidade que estou sentindo por estarmos unidos é muito grande. Você só poderá encontrar a felicidade quando souber fazê-la nascer de dentro de seu coração, quando aprender a ajudar a todos indistintamente, com suas ações, suas palavras e seus sentimentos.

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a “Deus” pelo descanso da noite e pela claridade da manhã, e que esteve sempre ao nosso lado nos dando forças para continuar trabalhando e não desanimar nas horas difíceis.

Em segundo lugar, gostaria de agradecer a minha esposa, companheira e amiga, Marli, pela paciência que teve e pelo perdão pelas horas que não lhe dediquei, pois foram consumidas neste trabalho, e pelo amor que me dedica em todos os momentos de sua vida.

Aos meus familiares adoráveis, em especial a minha mãe (Mariana), irmã (Solange), avós paternos e maternos, a minha querida sogra Cota (Dona Celina) e o meu sogro Bia (Sr. Bienor, o meu querido Bia), fontes principais do entusiasmo na elaboração e criação desta associação. É preciso não pensar na idade, mas vivê-la; saber ser feliz é preciso, antes de tudo, encontrar a paciência, suprir a necessidade da mente, em busca do dia-a-dia na consciência de entender que um dia você pode lutar para vencer, mesmo que antes já tenha sido derrotado, mas sem nunca perder as esperanças.

Porque o comodismo é a injustiça da liberdade, que provoca o transtorno, e o desamor à condição de caminhar pela paz.

E a vida é todo o espaço de tempo que temos para pensar no momento em que estamos conscientes do que fazemos em benefício do amanhã pela Caprinocultura e Ovinocultura.

A todas as pessoas da “ONG AIAS - Caprinos & Ovinos”, aos diretores, conselheiros, amigos, pessoas que colaboram diretamente ou indiretamente, ao meu Compadre e grande Amigo Everson Soares de Oliveira o Sonn, obrigado, para o sucesso desta associação, para que este material chegue até você, nosso muito obrigado.

“O maior sentimento que podemos ter é sentir no coração que Deus pode realizar aquele sonho que para muitos é impossível, mas para Deus não, porque quando eu não posso Deus pode.”

AIAS
Pelo Latim Ahias, do Hebraico Ahiyas
“Amigos de Deus”