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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ovinocultores reduzem mortalidade de animais em Ribeirão Preto (SP)

Saúde animal
16/10/2009 10:40

Grupo de Ovinocultores de Ribeirão Preto, apoiado pelo Sebrae/SP, atua em pequenas áreas ociosas de produtores de cana de açúcar
Do Sebrae/SP
Apenas três meses depois de formado, o Grupo de Ovinocultura da Região de Ribeirão Preto (SP) e a Cooperativa dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo (Coopercana) já têm o que comemorar. A mortalidade entre os animais criados pelo grupo caiu e o índice de procriação aumentou. Os criadores já pensam em aumentar seus rebanhos. O Grupo de Ovinocultura é uma iniciativa do Sebrae/SP.

"Antes eu pensava em aumentar o número de matrizes, mas desistia porque me sentia frágil. Agora, com o acompanhamento técnico, já penso em aumentar e os outros criadores do grupo também", afirma a produtora Márcia Mariani Saquy. O grupo vai promover no dia 20 de novembro um jantar de degustação de ovinos - carne nobre e apreciada em restaurantes e churrascarias - no clube da Coopercana na cidade paulista de Sertãozinho.

Flaviane Tavanti Castilho, analista do Sebrae/SP em Ribeirão Preto, comenta que o grupo foi criado por uma demanda da própria região. Os produtores de cana-de-açúcar possuíam pequenos espaços ociosos em suas propriedades e os ovinos se enquadram bem a eles. Assim, vários produtores começaram a criação. "Percebendo esse movimento, a Coopercana convidou o Sebrae/SP para criar um grupo de criadores e apoiá-los, pois muitos já estavam desanimados pelo alto nível de mortalidade", explica.

Segundo a produtora Márcia Mariani, há falta de produtos e de profissionais na área de pecuária na região. Mas, com o assessoramento do Sebrae/SP e da Coopercana, os criadores começam a ficar mais motivados e estão planejando o aumento do número de matrizes, diz ela.

Por meio do assessoramento, os produtores passaram a criar cordeiros até os 18 quilos para, em seguida, encaminhá-los para o centro de confinamento em Sertãozinho, construído pela Coopercana, que fica responsável pela engorda e encaminhamento aos frigoríficos. Com isso, o grupo tem um poder maior de negociação.

"Os cordeiros são animais frágeis e pequenos, e um único criador produz poucas quantidades para os frigoríficos se interessarem em buscá-los para o abate. Em comparação, 10 bois equivalem a cerca de 100 cordeiros. Como grupo, temos condições de ser mais atrativos", comemora a criadora.

Atualmente, o grupo de ovinocultores é constituído por 22 criadores, que se dividem em quatro subgrupos (Marketing, Tecnologia, Parcerias e Comercialização). No total eles possuem 2 mil matrizes de criação. Como parte do assessoramento técnico, além da visita mensal, periodicamente as propriedades recebem a visita do cordeirinho, uma unidade de apoio do Sebrae/SP, equipado com a melhor tecnologia do mercado, para facilitar a análise dos animais.

"Essa visita é muito importante, pois na época de procriação, a seleção era feita na sorte, pois não sabíamos quais fêmeas estavam grávidas; o ultra-som ajuda a selecionar os animais fecundados, e, assim, os que não pegaram cria voltam para monta", salienta Márcia.

Os produtores recebem uma vez por mês a visita de um veterinário do Instituto BioSistêmico (IBS), parceiro do Sebrae/SP, para avaliar a criação. "Os ovinos são animais sensíveis, que precisam de uma atenção a mais, e essa visita regular que nós fazemos, diminui o índice de mortalidade", comenta o veterinário do IBS, Mário De Luca Neto.

Criadores interessados em participar desse grupo, podem entrar em contato com o Sebrae/SP em Ribeirão Preto, pelo telefone, (16) 3621 4050, e falar com a gestora do projeto Flaviane Tavanti Castilho.

Serviço:
Atendimento à imprensa
Renata Barussi - (16) 3618-5389 ou 9124-8961
renatabarussi@casadenoticia.com

Crédito: Agencia Sebrae de Noticias

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Veja o tipo de leite mais apropriado para seu filho

25 de setembro de 2009 às 09h20m

A recomendação da OMS é que o aleitamento materno seja exclusivo até os 6 meses – e que até o segundo ano seja compartilhado com outros alimentos



Até o primeiro ano, caso a mãe não possa amamentar, o bebê deve receber fórmulas infantis próprias, indicadas pelo pediatra. Depois disso, o leite de vaca está liberado. Só que nem todo mundo se adapta bem a ele, apresentando irritabilidade intestinal. A alternativa mais comum é o leite de cabra ou de búfala. Mas, primeiro, é preciso verificar se a intolerância é à proteína do leite ou ao açúcar, chamado lactose. No primeiro caso, o leite de cabra ou o hidrolisado são alternativas, por terem suas proteínas quebradas em cadeias menores. No segundo caso, o recomendado é o leite de soja.Quando: após o primeiro ano. Os leites de vaca, cabra e ovelha têm quantidade excessiva de proteína e sódio, que podem sobrecarregar os rins. Quanto: 3 porções diárias a partir do segundo ano. Como: 3 copos (200 ml cada). Risco de obesidade: não exagere no achocolatado ou no açúcar.

Entenda as diferenças entre os leites de vaca tipo A, B e C


Quantos às classificações: A, B ou C, o melhor mesmo é o leite A, porque o processo de pasteurização ocorre ainda na fazenda, o que minimiza as chances de contaminação e a perda de nutrientes. Quando o assunto é de nutriente, prefira o leite integral ao leite desnatado: é que ele traz o produto envasado “direto da vaca” e nas condições ideais de higiene. Caixinha não quer dizer, necessariamente, longa vida. O leite longa vida, que geralmente é do tipo C, é submetido a um processo de esterilização em altas temperaturas (UHT), que elimina todos os microorganismos da substância para aumentar seu tempo útil na prateleira. A desvantagem do leite tipo C é que ele é ordenhado manualmente e seu processamento não é feito no local da ordenha, ou seja, ele fica mais tempo exposto ao ambiente.

Além do leite

Depois que eles deixam a mamadeira, é difícil fazer as crianças consumirem cálcio. Conheça alguns truques pra eles não correrem o risco de ter osteoporose no futuro.




O cálcio é o mineral mais abundante e importante do corpo humano e atua na contração muscular, coagulação do sangue, além de, claro, na manutenção e formação dos nossos ossos. Apesar de ser só quando já somos adultos que a massa óssea começa a diminuir – e aparece, então, o risco de osteoporose –, é na infância e adolescência que fazemos o “estoque” de 90% de todo o cálcio que usaremos na vida. Se houver uma baixa ingestão, o risco de osteoporose aumenta 20% na idade adulta. Por isso, não dá pra brincar, não. Tem de consumir cálcio, sempre e muito!

A osteoporose não acomete crianças, mas, se seu filho não ingerir a quantidade adequada de cálcio, a carência pode ocasionar problemas, como enfraquecimento ósseo, raquitismo, diminuição da força muscular e atraso do desenvolvimento motor. Além disso, obriga o organismo a ir buscar sua fonte de cálcio nos próprios ossos (como se roubassem o cálcio deles), tornando-os mais frágeis e sujeitos a fraturas.

Uma criança de 1 a 3 anos precisa de 500 mg de cálcio por dia. Já de 4 a 8 anos, a necessidade vai para 800 mg. Um copo de leite integral tem em média 300 mg do mineral e um copinho de iogurte tem 245. Sim, os derivados do leite são os campeões em cálcio, mas não são a única fonte. Vegetais verde-escuros (espinafre, couve ou brócolis) também dão conta do recado, assim como os grãos (soja, grão de bico, feijão) e o tofu.

Tão importante quanto consumir a quantidade certa de cálcio é garantir seu aproveitamento pelo organismo, já que nem tudo que é ingerido é absorvido pelo nosso corpo.

Para dar uma mãozinha, é fundamental que a criança tenha uma boa flora intestinal e tome uns 15 minutinhos de sol por dia. Sim, isso mesmo. A exposição à luz solar sintetiza a vitamina D, que ajuda as células intestinais a absorverem o cálcio.

Pais de crianças com intolerância a lactose (que não podem consumir leite) devem recorrer a algumas fontes alternativas de cálcio, como as que falamos anteriormente ou alimentos fortificados com cálcio, já comum nos supermercados, como o leite de soja, por exemplo. Alguns médicos sugerem que a criança consuma iogurte e queijo, pois, nesses casos, a lactose está “quebrada”. Mas, às vezes, é necessária a suplementação. Por isso, é importante conversar com o médico, para que ele avalie o caso e veja o que é ideal para seu filho. Nem sempre é fácil fazer com que os pequenos tomem iogurte ou um copo de leite. Mas tem como dar uma disfarçada. Confira nossas dicas.

Na prática

No café da manhã. Um copo de leite com chocolate em pó ou iogurte já rendem uma boa quantidade de cálcio. Pode colocar um pedaço de queijo fresco no pão com manteiga.

No almoço. Além da dupla “arroz e feijão” (o feijão é fonte de cálcio), tente fazer tortas com massa de iogurte ou suflê – em que vai leite. Acrescente vegetais verde escuros à massa.

No lanche da tarde. Pão de queijo. Ou algum doce que leve amêndoas, avelã ou castanha-dobrasil, a velha e boa castanha-do-pará.

No jantar. Lanche de presunto ou carne com queijo ou uma sopa à base de leite – sopa de palmito, por exemplo.


Fonte: pais e filhos

Agradecimento

Foram muitas as horas que passamos elaborando, estudando e sonhando para criar a “ONG AIAS”. Durante este tempo, muitas pessoas estiveram envolvidas até que nós chegássemos a um resultado final; porém, não é fácil ter as palavras corretas para mostrar-se grato a todos os envolvidos. Estejam certos de que a felicidade que estou sentindo por estarmos unidos é muito grande. Você só poderá encontrar a felicidade quando souber fazê-la nascer de dentro de seu coração, quando aprender a ajudar a todos indistintamente, com suas ações, suas palavras e seus sentimentos.

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a “Deus” pelo descanso da noite e pela claridade da manhã, e que esteve sempre ao nosso lado nos dando forças para continuar trabalhando e não desanimar nas horas difíceis.

Em segundo lugar, gostaria de agradecer a minha esposa, companheira e amiga, Marli, pela paciência que teve e pelo perdão pelas horas que não lhe dediquei, pois foram consumidas neste trabalho, e pelo amor que me dedica em todos os momentos de sua vida.

Aos meus familiares adoráveis, em especial a minha mãe (Mariana), irmã (Solange), avós paternos e maternos, a minha querida sogra Cota (Dona Celina) e o meu sogro Bia (Sr. Bienor, o meu querido Bia), fontes principais do entusiasmo na elaboração e criação desta associação. É preciso não pensar na idade, mas vivê-la; saber ser feliz é preciso, antes de tudo, encontrar a paciência, suprir a necessidade da mente, em busca do dia-a-dia na consciência de entender que um dia você pode lutar para vencer, mesmo que antes já tenha sido derrotado, mas sem nunca perder as esperanças.

Porque o comodismo é a injustiça da liberdade, que provoca o transtorno, e o desamor à condição de caminhar pela paz.

E a vida é todo o espaço de tempo que temos para pensar no momento em que estamos conscientes do que fazemos em benefício do amanhã pela Caprinocultura e Ovinocultura.

A todas as pessoas da “ONG AIAS - Caprinos & Ovinos”, aos diretores, conselheiros, amigos, pessoas que colaboram diretamente ou indiretamente, ao meu Compadre e grande Amigo Everson Soares de Oliveira o Sonn, obrigado, para o sucesso desta associação, para que este material chegue até você, nosso muito obrigado.

“O maior sentimento que podemos ter é sentir no coração que Deus pode realizar aquele sonho que para muitos é impossível, mas para Deus não, porque quando eu não posso Deus pode.”

AIAS
Pelo Latim Ahias, do Hebraico Ahiyas
“Amigos de Deus”