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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Cada pessoa emite 1,6 tonelada de carbono ao ano, calcula ONG

Viagens aéreas e automóveis estão entre os vilões de emissão de gás carbônico. Saiba como calcular sua emissão de carbono e neutralizar os gases-estufa que contribuem para o aquecimento do planeta

Por: Suzana Vier

Publicado em 22/12/2009, 09:10

Última atualização em 09:10

Ações cotidianas e essenciais como tomar banho, cozinhar e deslocar-se para o trabalho representam, ao final de um ano, 1,6 tonelada de CO2 liberados na atmosfera, por uma única pessoa, segundo a calculadora de carbono da ONG Iniciativa Verde.

O gás carbônico é o principal causador do efeito-estufa e é liberado ao longo de todo o dia, em atividades diárias de toda a população. A calculadora no site da Iniciativa Verde ajuda cada pessoa a ter ideia de quanto emite de carbono ao utilizar energia elétrica, gás de cozinha, veículos e utilizar o transporte áereo.

Ao manusear a calculadora, rapidamente o usuário percebe que o consumo de combustível de veículos automotores e viagens aéreas são os principais geradores de gases-estufa. Mas o troféu de maior poluidor fica com as aeronaves.

O programa também informa quantas árvores devem ser plantadas por ano para neutralizar os gases-estufa liberados. Segundo a ONG, uma pessoa, em média, deve plantar dez árvores para compensar a emissão de carbono.

O panorama muda quando se insere na conta as viagens aéreas. Se durante um ano, uma pessoa viajou de avião de Belo Horizonte a São Paulo, retornando à capital mineira, uma vez, só nessa ação foi emitida 0,17 tonelada de carbono. O que requer o plantio de uma árvore em compensação. Quem viaja todo mês nesse trajeto, ao longo de um ano, terá contribuído para o aquecimento global com 2,07 toneladas de gases-estufa e terá a tarefa de plantar 13 árvores.

Se a pessoa que viaja de Belo Horizonte a São Paulo todo mês, juntar o consumo de energia elétrica, de gás e de um carro pequeno, chegará ao final do ano com 3,67 toneladas de carbono jogados na atmosfera. Essa conta exigiria o plantio de 23 árvores.

Principais geradores de carbono

As principais atividades que produzem gases-estufa são decorrentes do uso de energia elétrica nos aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos e nos processos industriais, lista a ONG Iniciativa Verde. Outro pólo gerador de carbono é a não reutilização ou não reciclagem de materiais e produtos. Segundo a organização, isso obriga a exploração de matéria-prima bruta na natureza e a um novo processo de fabricação, transporte e comercialização.

Um sério problema citado pela Iniciativa Verde é a queima de combustíveis fósseis, como óleo diesel, gasolina e carvão, nos processos industriais e no funcionamento de meios de transporte como carro, ônibus, caminhão e, principalmente, avião.

O desmatamento é mais um problema levantado. A derrubada e as queimadas na região amazônica são responsáveis por dois terços das emissões brasileiras de CO2.

Como neutralizar gases-estufa

Arvores neutralizam carbono
Árvores neutralizam carbono (Foto: Leszek Nowak/Sxc.hu)

A tarefa de neutralizar os gases-estufa, em geral, fica a cargo das árvores, que absorvem o gás-carbônico e melhoram a qualidade do ar, mas não é só. De acordo com a Iniciativa Verde, há maneiras simples para diminuir a emissão individual de gases do efeito-estufa.

Para diminuir a emissão de 500 kg ou mais de carbono, a ONG sugere:

  • reduza em 10% a utilização de veículos automotores. "Se você dirige 20 mil km por ano, reduza sua rodagem em 10%. Experimente deixar o carro em casa e usar o transporte público, a bicileta ou a caminhada como forma de deslocar-se. Aposte também em alternativas como trabalhar em casa uma vez por semana", recomenda a Iniciativa Verde;
  • prefira veículos movidos a álcool ou biocombustíveis. "O álcool, ao contrário da gasolina, do diesel ou do gás, é uma fonte de energia renovável";

Para uma redução anual entre 100 e 499 kg de gás carbônico:

  • cuide da manutenção do seu veículo. "Um motor mal cuidado pode consumir 50% a mais de combustível e produzir 50% mais CO2";
  • calibre o pneu do carro a cada quinze dias, pelo menos;
  • quem tem mais de uma geladeira ou freezer ligados, a sugestão é desligar um deles ou trocar modelos antigos e menos eficientes energeticamente;
  • troque as cinco lâmpadas mais utilizadas em sua casa por modelos que gastam menos energia. Essa ação reduz sensivelmente as emissões de gases de efeito estufa e diminuem a conta de luz. "Uma lâmpada fluorescente consome cerca de três vezes menos energia do que uma incandescente e ainda pode durante até 10 vezes mais", aponta.
  • separe materiais recicláveis, pois todos representam diminuição das emissões de gases de efeito estufa. "Além de evitar mais exploração de matéria-prima bruta, dispensa os gastos de energia e combustíveis fósseis no processo de fabricação e transporte", lembra;
alternativa sustentável
Bicicletas são alternativa sustentável. Diferente dos automóveis, não liberam carbono (Foto: Antonio Cruz/Abr)

Redução anual de menos de 100 kg:

  • substitua o ar condicionado pelo ventilador;
  • desligue luzes e equipamentos quando não estiverem sendo utilizados. Evite, por exemplo, deixar computadores ligados 24 horas por dia e configure-os para que desliguem seus monitores quando estão em espera;
  • utilize o mínimo necessário de papel;
  • evite deixar a torneira aberta ao fazer a barba, escovar os dentes ou lavar a louça. "Nem pense em usar mangueiras para alvar calçadas, quintais e carros. Lance mão dos baldes e evite que seu dinheiro também vá por água abaixo", alerta a ONG.

Mais sugestões de ações sustentáveis e a calculadora de carbono podem ser encontradas no site da ONG Iniciativa Verde.

Crédito: Rede Brasil Atual

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Consórcio do Bode

Existem muitos Romualdos no Nordeste. Jovens que deixam sua terra em busca de uma vida melhor.

Mas a peça, encenada pelo Grupo Raízes nordestinas, surgiu pra divulgar uma história real de sucesso, o caso de um grupo de produtores rurais que investiu na criação de cabras.

Seu Antônio Andrade é um dos protagonistas dessa história e conta que tudo começou num curso, que não tratava de caprinos.

“A idéia surgiu em um curso de capacitação em bovinocultura leiteira. O professor nos perguntou porque a gente não criava cabras na região, já que os animais se adaptam melhor”, conta.

Marcos Rogério da Silva também estava entre os alunos e logo se convenceu das vantagens da cabra sobre a vaca.

“Na área em que se cria uma vaca, você pode criar 10 cabras. A comida que uma vaca consome dá para alimentar 10 cabras. A diferença é que a vaca chega a dar uma cria por ano, enquanto a cabra dá duas”, afirma.

O grupo decidiu, então, se organizar e criou a Asca- Associação Sertaneja de Caprinocultores.

A associação nasceu cheia de sonhos, mas nenhuma cabra. Era um grupo de criadores de caprinos que não tinha cabra para criar. A maioria deles não tinha se quer dinheiro para começar o negócio. Então eles decidiram economizar em conjunto. Foi aí que surgiu o consórcio do bode.

Cada um dos 30 associados contribuiu com o que podia. Quantias pequenas que foram se somando. E em menos de um ano, foi feita a primeira compra.

“Nesta primeira aquisição a gente conseguiu 140 animais. Demos uma jóia e ficamos com quatro prestações a mais para pagar”, conta um dos associados.

Coloque-se no lugar de um produtor, louco pra começar na nova atividade, diante de um rebanho recém-comprado. Você, como eu, iria querer escolher a cabra mais bonita, de aparência mais saudável. Pois esse foi o primeiro conflito dentro da associação.

Mas o conflito da escolha teve logo solução. Inventaram moda nova pra fazer a distribuição. A idéia de chamar alguém de fora pra distribuir os animais evitou o favorecimento dos criadores e, em alguns casos, houve surpresas incríveis.

Cada criador recebeu um número de animais de acordo com o investimento que tinha sido feito. O seu Adauto teve direito a oito cabras. Uma delas era bem pequenininha, magrinha. Ela logo recebeu o nome de Zuca. Hoje ela tem com sete anos de idade e já é campeã na produção de leite.

Seu Adauto teve sorte. Já ganhou cinco torneios leiteiros com a Zuca. Os troféus e faixas têm lugar de destaque na casa dele.

Mas pra quem, antes, criava vacas, foi preciso se adaptar à nova criação. Junto com outros produtores, seu Adauto fez curso no Sebrae para aprender sobre o manejo do caprio.

Mas a virada na criação de vaca para cabra não exigiu apenas conhecimento técnico. A nova oferta de leite de cabra pedia também uma mudança no paladar do consumidor. E essa foi mais difícil.

Hoje seu Adauto já multiplicou a criação em dez vezes, tem 80 cabras. Todas as manhãs, na hora da ordenha, ele toma o seu copo de leite.

Um carro circula entre as pequenas propriedades do estado. Traz dentro um veterinário e tem um nome bem engraçado, o “bode móvel” que, no início, causou estranheza.

O veterinário trabalha na prevenção e tratamento de um dos principais problemas da criação: a verminose. Quem tem na criação um animal doente colhe uma amostra de fezes e leva pra análise.

“Após esta análise nós fazemos a prescrição de medicamento, quando o produtor vai utilizar. Nós voltamos após 30 dias e fazemos um novo exame. Identificando que este produtor ainda continua com um alto índice de infestação, nós vamos na propriedade do produtor para observar que motivos estão levando a esta infestação. Nós temos ao longo destes três anos de trabalho 69% de redução de verminoza”, declara Fagner Silveira Corrêa, veterinário – Sebrae.

Na propriedade de outro criador da associação, seu Adalmir Barros. Lembra do Romualdo, do começo da reportagem? Pois é, seu Adalmir é um dos sertanejos que abandonaram o sertão.

Durante um tempo, seu Adalmir trabalhou como vaqueiro e não tem saudade. “Na época a gente tinha que acordar duas horas da manhã para tirar leite. Agora a gente levanta umas cinco. Não tem patrão no pé”, conta ele.

Seu Adalmir conta com a ajuda da mulher, estela, e do filho, Cleverton, que também tem suas 13 cabrinhas.

A alimentação dos animais é tão fácil que os sertanejos costumam até brincar: dizem que a única folha que a cabra não come é a folha de zinco.

Na época seca, a garantia de comida é a palma forrageira. “Todo mundo tem que plantar no verão, se for comprar são dois mil reais para alimentar as cabras durante um ano, já se fosse vaca dura só 60 dias”, explica.

No meio do trabalho, sempre tem um tempinho para um cafuné nos animais, afinal eles só têm melhorado a vida da família.

As melhorias são bem visíveis até do lado de fora. Quando ma renda subiu um pouco, subiu junto o telhado da casa.

O banheiro, que antes ficava do lado de fora, passou pra dentro da casa. Piso novo, moto nova, há uns cinco anos seu Adalmir e dona estela casaram a filha. Foi um festão pra 150 convidados.

E ainda sobra pra investir na criação. “Estou construindo outra sala para ordenhar as cabras”, conta.

Outro investimento é no próprio rebanho. Seu Adalmir acaba de trazer de minas esta cabra pardo-alpina. A melhoria na genética é o novo objetivo da associação de criadores.

“A gente quer melhorar o rebanho pra conseguir um animal com maior produtividade comendo o mesmo alimento que os animais que já adquirimos”, explica.

Diariamente, todos os produtores mandam o leite para o pequeno laticínio da associação. Mas a entrega é limitada.

“A cota hoje está estipulada entre 70 e 80 litros por produtor por semana. A maioria dos associados produzem metade desta cota por dia, então significa que em dois dias eles conseguem ultrapassar a cota deles. Quando se cumpre a cota, o excedente a gente costuma vender junto ao leite bovino pra outros laticínios. O que está faltando pra gente no momento é mercado”, declara Marcos Rogério da Silva, presidente da associação.

O leite processado no laticínio é comercializado num único ponto de venda: o ponto do bode, que quem toma conta é o Cleverson, filho do seu Adalmir.

Lá tem iogurte, doce de leite e queijos de vários tipos... Ao lado do ponto do bode, o novo investimento da associação: um laticínio maior e dentro dos padrões de higiene.

“Quando ele estiver concluído, nós produziremos mais leite, venderemos produtos com melhor qualidade, seremos obrigados a contratar novas pessoas, com isso estaremos gerando emprego e renda pra nossa comunidade”, afirma Marcos Rogério da Silva, presidente da associação.

A experiência do consórcio do bode de Nossa Senhora da Glória já é exemplo para outros municípios e mudou a economia da região, como conta o gestor de agronegócio do Sebrae.

“Com a criação do consórcio do bode, essa atividade vem crescendo de uma forma tal que hoje nós já temos um rebanho de caprino no nosso estado em torno de 23 mil cabeças. E com a produção de leite caprino em torno de 150 mil litros por mês. Hoje nós desenvolvemos a atividade já com 14 municípios e a demanda continua crescendo”, afirma Antônio Cardoso de Lisboa, gestor do Sebrae.

Na peça do Sebrae, Romualdo volta ao sertão quando vê a possibilidade de viver da criação de cabras.

Para os criadores do consórcio do bode, esta oportunidade pode trazer gente de volta e, principalmente, evitar que muitos saiam.

“Me chamam de Rogério da Cabra. Me orgulha porque é um animal tão resistente como o nordestino”, diz um criador.

Desde o início da associação, o número de criadores cresceu de 22, há oito anos, para 30.

Data: 16-03-2009
Fonte: Globo Rural

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Cuidado com golpe na compra de ovinos

Um homem vem visitando diversas propriedades de criadores de ovinos para comprar animais com cheque roubado no Estado de São Paulo. Ele tem boa conversa e um veículo F4000 bege. A polícia investiga o caso e já tem imagens do acusado de um circuito interno de televisão. Ainda não se sabe o nome, pois todas as informações apresentadas são falsas.

O golpe já ocorreu na região de Piedade e Itatinga, com associados da ASPACO. Você que é criador, fique atento.

www.aspaco.org.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Bird aprova projetos sustentáveis

07/12/2009 15:26
Bird aprova projetos sustentáveis

Da Redação
Agência Pará

O Banco Interamericano de Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) deu o sinal verde para os primeiros projetos de investimentos produtivos (Pip's) para a produção de óleos da Amazônia, através da semente do cupuaçu e para o manejo e a verticalização da cadeia produtiva do açaí nos municípios de Tomé-Açu e Muaná, região de integração do Capim e do Marajó, localizados em média 150 quilômetros da capital Belém.

A ação governamental faz parte da estratégia de Projeto de Desenvolvimento Local (PDL) desenvolvida pelo Programa Pará Rural, vinculado à Secretaria de Estado de Projetos Estratégicos (Sepe).

O Projeto de Investimento Produtivo (PIP) do açaí disponibiliza para o manejo e verticalização da cadeia produtiva do açaí mais de R$ 936 mil para atender 250 famílias de extrativistas, organizadas na Associação das Mulheres Muanenses no município de Muaná, região de integração do Marajó.

Para o PIP do óleo mais de R$116 mil para produção de óleos através do beneficiamento da semente de cupuaçu para atender 47 famílias de agricultores familiares, organizadas na Associação de Produtores e Produtoras da Agricultura Familiar de Tomé-Açú, região de integração do Capim.

Edson Gillet - Sepe/Pará Rural

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Ministério da Agricultura abre inscrição para 288 vagas

Ministério da Agricultura abre inscrição para 288 vagas em dez ...
O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento dá início nesta
segunda16 à inscrição de concurso público com 288 vagas em dez cidades
...
<http://noticias.uol.com.br/empregos/ultnot/2009/11/16/ult6957u1418.jhtm>

Eventos Gestão na Caprinocultura e na Ovinocultura


O próximo Curso sobre Gestão na Caprinocultura e na Ovinocultura oferecido pela Capritec ocorrerá nos dias 28 e 29 de Novembro ...

Crédito: Capritéc

Grupo Cultivar

O Seminário é promovido pela Secretaria de Estado da Agricultura
Ministério ... Silva secretário de Defesa Agropecuária da Secretaria de
Defesa Agropecuária ...

Epagri lança a Síntese da Agricultura de Santa Catarina 2008/2009

Epagri lança a Síntese da Agricultura de Santa Catarina 2008/2009

Prestigiaram o lançamento o diretor geral da Secretaria da Agricultura, Gelson Sorgatto, o secretário executivo do Projeto Microbacias 2, Athos de Almeida Lopes, representantes da Faesc, Fetaesc, Ocesc, Banco do Brasil, Ministério do ...

Crédito: Agronline - o site da agropecuária - http://www.agronline.com.br/

Kit para ordenha de leite de cabra

Embrapa implanta kit para ordenha de leite de cabra no Ceará

05/11/2009


A Embrapa Caprinos e Ovinos, de Sobral, CE, está iniciando um projeto piloto para a implantação de um kit de ordenha manual para leite de cabra no estado. A ação terá início durante um curso sobre manejo para caprinocultura leiteira, que acontece entre os dias 11 e 13 de novembro, no assentamento Boa Vista, no distrito São João dos Queiroz, em Quixadá.

O kit, desenvolvido pela Embrapa Gado de Leite, de Juiz de Fora, MG, consiste em uma série de equipamentos para procedimento higiênico na ordenha, com o objetivo de evitar a contaminação do produto por bactérias e resíduos de antibióticos e vermífugos, colaborando para a melhor qualidade do leite de cabra e seus derivados, como queijos, doces e iogurtes.

Beneficiados pelo kit de ordenha

No projeto, o kit será destinado a agricultores familiares, com produção de até 50 quilos de leite por dia. Os produtores rurais participantes terão treinamento teórico e prático no dia 12 de novembro, ministrado pela médica veterinária Lea Chapaval, pesquisadora da Embrapa Caprinos e Ovinos.

“Muitos dos equipamentos já são conhecidos dos produtores, mas não são usados de forma correta. É preciso chamar atenção para aspectos como a limpeza do local da ordenha, o uso da água clorada para higiene dos baldes, as mãos do ordenhador que devem estar limpas e com unhas cortadas', diz Lea.

Cerca de 80% das contaminações ocorrem nas salas de ordenha, com prejuízos aos produtores: a ocorrência da mastite, por exemplo, pode gerar perda de até 250 gramas de leite por dia em cada animal.

O objetivo do projeto piloto é financiar a implantação do kit em dez propriedades de agricultura familiar que trabalham com caprinos leiteiros na região do Sertão Central do Ceará, durante teste de três meses. Ao longo deste período, a Embrapa observará resultados referentes à qualidade do leite.

Em média, o conjunto de acessórios (que incluiu um balde semiaberto para ordenha, um balde de plástico para água clorada, cloro comercial, um par de luvas de borracha, detergente em pó, e escova ou bucha natural) custa R$ 150.

Crédito: http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1706124-1936,00.html

Expansão da caprinocultura leiteira será um dos temas do Simpósio Internacional

Líder nacional da produção de leite de cabra, os cerca de mil pequenos produtores paraibanos ganharam mais um reforço de incentivo para manter a liderança do segmento. O Programa Leite, uma parceria do Governo do Estado e Federal, irá aumentar a partir deste mês a compra governamental dos atuais 14 mil litros/dia para 30 mil litros/dia. Apesar da Paraíba ser apenas o sexto maior rebanho da Região Nordeste de caprinos, o Estado detém a maior produção de leite de cabra do País, cerca de 20 mil litros/dia. Além do Programa do Leite, os produtores destinam a diferença para fabricação de queijos, iogurtes e doces.

O produto vem despertando interesse também do mercado privado. De olho na produtividade paraibana, a fábrica Cabralac, do Rio de Janeiro, realizou, no último mês, a primeira compra de leite em pó. Foram vendidos nessa remessa mais de 12,7 mil litros que rendeu 1.425 quilos do leite de cabra em pó. Os produtores das cidades de Amparo, Umbuzeiro, Prata, Gurjão e Cabaceiras forneceram o leite para as usinas com qualidade comprovada pelo SIF do Ministério da Agricultura.

Com o aumento da cota governamental e a procura mais intensa do setor privado pelo produto vão ajudar atingir a meta do Projeto Aprisco para 2012: produção de 60 mil litros/dia, o que representa um crescimento de 200%. O Aprisco articula o desenvolvimento sustentável e integrado da caprinovinocultura no Nordeste dos diversos segmentos. Além do leite e derivados, a gastronomia, o corte e as indústrias de curtume, calçados, assessórios e roupas.

A expansão do setor da caprinocultura leiteira nos próximos anos será um dos temas da quarta edição do Simpósio Internacional sobre Caprinos e Ovinos de Corte (Sincorte), que será aberto na próxima segunda-feira, às 19h30, 16 de novembro, no Hotel Tambaú, em João Pessoa. O seminário, que se estende até 20 de novembro, vai reunir pesquisadores dos Estados Unidos, Portugal, Tunísia, Uruguai, Quênia, França, Espanha e África do Sul e dos diversos estados do Brasil debaterão as novidades científicas e tecnológicas do agronegócio da caprinoovinocultura no Brasil e no mundo. As políticas públicas voltadas para o setor também serão consideradas.

Paralelo ao Simpósio Internacional, ocorrerão outros cinco eventos, entre eles o 2º Fórum Nacional sobre a Caprinocultura Leiteira e a Feira Nacional do Agronegócio da Caprinovinocultura de Corte (Fenacorte). O evento promete estreitar as relações entre os produtores, a indústrias, as instituições de pesquisa, além da troca de experiências e informações que possibilitem inovações e venham a contribuir com o desenvolvimento da cadeia produtiva.

Os números do segmento mostram o potencial econômico e a vocação regional da ovinocaprinocultura na Região Nordeste. O apelo social e a possibilidade de geração de emprego e renda no campo da cadeia produtiva envolvem a produção leite e derivados, gastronomia, corte e as indústrias de curtume, calçados, assessórios e roupas. Atualmente, o Nordeste concentra 92,6% do total de caprinos do País, o que representa 9,5 milhões de cabeças, enquanto de ovinos a taxa na região é menor, mas também lidera com 58,4% das cabeças de ovinos (9,1 milhões).

Para o gestor do projeto Aprisco Nordeste e diretor do Sebrae Paraíba, Luiz Alberto Amorim, a implementação do projeto de desenvolvimento integrado de caprinovinocultura no Nordeste deverá produzir impactos mobilizadores, visando ampliar a inserção dos produtos do setor no mercado local, regional e nacional. “Queremos que a estrutura da cadeia produtiva migre de um foco de economia de subsistência, fase atual, para uma economia sustentável e de produção de escala. O nosso maior desafio atual é organizar comercialmente o setor para esse salto, pois queremos vender o leite de cabra mais como alimento e menos como remédio”, apontou.



Projeto para a produção de carne de caprino

APTA - Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios
18 Set 2009 ... Um projeto para a produção de carne de caprino por
produtores familiares está ... Câmara Setorial Especial de Caprinos e
Ovinos da Secretaria de ... traçam diretrizes para o setor sucroalcooleiro
no Estado de São Paulo. ...

Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos quer selo paulista de qualidade

Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos quer selo paulista de qualidade.
A Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos, da Secretaria de Agricultura e
Abastecimento, ...

Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos quer selo paulista de qualidade

Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos quer selo paulista de qualidade.
A Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos, da Secretaria de Agricultura e
Abastecimento, ...

DF: Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos

DF: Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos discute planos e o ...
29 Set 2009 ... Representantes da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de
Caprinos e Ovinos vão discutir dados sobre o mercado externo de produtos
do setor.

ITR beneficiará setor rural

Integracao
As sanções estão previstas na Lei 9.393/96 de criação do ITR e ainda para mais informações, o produtor rural pode obter na Secretaria de Agricultura de ...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Nanotecnologias voltadas para a área de saúde

Diário da Saúde - Valinhos,SP,Brazil
Estes são alguns dos avanços em nanotecnologia desenvolvidos pelo
Instituto ... A nanotecnologia refere-se ao estudo de materiais com
dimensões na escala do ...

Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral, CE)

Veterinários uruguaios visitam Embrapa Caprinos e Ovinos — Embrapa
4 Nov 2009 ... e campos experimentais da Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral,
CE). ... em parceria com a Universidade Estadual Vale do Acaraú (CE), ...

Câmara Setorial de Ovinocaprinocultura

Bahia terá Câmara Setorial de Ovinocaprinocultura. Sebrae, produtores,
iniciativa privada e governo se unem para definir políticas públicas que
melhorem a ...
<http://www.agenciasebrae.com.br/noticia_pdf.kmf?cod=7996743>

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ovinocultores reduzem mortalidade de animais em Ribeirão Preto (SP)

Saúde animal
16/10/2009 10:40

Grupo de Ovinocultores de Ribeirão Preto, apoiado pelo Sebrae/SP, atua em pequenas áreas ociosas de produtores de cana de açúcar
Do Sebrae/SP
Apenas três meses depois de formado, o Grupo de Ovinocultura da Região de Ribeirão Preto (SP) e a Cooperativa dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo (Coopercana) já têm o que comemorar. A mortalidade entre os animais criados pelo grupo caiu e o índice de procriação aumentou. Os criadores já pensam em aumentar seus rebanhos. O Grupo de Ovinocultura é uma iniciativa do Sebrae/SP.

"Antes eu pensava em aumentar o número de matrizes, mas desistia porque me sentia frágil. Agora, com o acompanhamento técnico, já penso em aumentar e os outros criadores do grupo também", afirma a produtora Márcia Mariani Saquy. O grupo vai promover no dia 20 de novembro um jantar de degustação de ovinos - carne nobre e apreciada em restaurantes e churrascarias - no clube da Coopercana na cidade paulista de Sertãozinho.

Flaviane Tavanti Castilho, analista do Sebrae/SP em Ribeirão Preto, comenta que o grupo foi criado por uma demanda da própria região. Os produtores de cana-de-açúcar possuíam pequenos espaços ociosos em suas propriedades e os ovinos se enquadram bem a eles. Assim, vários produtores começaram a criação. "Percebendo esse movimento, a Coopercana convidou o Sebrae/SP para criar um grupo de criadores e apoiá-los, pois muitos já estavam desanimados pelo alto nível de mortalidade", explica.

Segundo a produtora Márcia Mariani, há falta de produtos e de profissionais na área de pecuária na região. Mas, com o assessoramento do Sebrae/SP e da Coopercana, os criadores começam a ficar mais motivados e estão planejando o aumento do número de matrizes, diz ela.

Por meio do assessoramento, os produtores passaram a criar cordeiros até os 18 quilos para, em seguida, encaminhá-los para o centro de confinamento em Sertãozinho, construído pela Coopercana, que fica responsável pela engorda e encaminhamento aos frigoríficos. Com isso, o grupo tem um poder maior de negociação.

"Os cordeiros são animais frágeis e pequenos, e um único criador produz poucas quantidades para os frigoríficos se interessarem em buscá-los para o abate. Em comparação, 10 bois equivalem a cerca de 100 cordeiros. Como grupo, temos condições de ser mais atrativos", comemora a criadora.

Atualmente, o grupo de ovinocultores é constituído por 22 criadores, que se dividem em quatro subgrupos (Marketing, Tecnologia, Parcerias e Comercialização). No total eles possuem 2 mil matrizes de criação. Como parte do assessoramento técnico, além da visita mensal, periodicamente as propriedades recebem a visita do cordeirinho, uma unidade de apoio do Sebrae/SP, equipado com a melhor tecnologia do mercado, para facilitar a análise dos animais.

"Essa visita é muito importante, pois na época de procriação, a seleção era feita na sorte, pois não sabíamos quais fêmeas estavam grávidas; o ultra-som ajuda a selecionar os animais fecundados, e, assim, os que não pegaram cria voltam para monta", salienta Márcia.

Os produtores recebem uma vez por mês a visita de um veterinário do Instituto BioSistêmico (IBS), parceiro do Sebrae/SP, para avaliar a criação. "Os ovinos são animais sensíveis, que precisam de uma atenção a mais, e essa visita regular que nós fazemos, diminui o índice de mortalidade", comenta o veterinário do IBS, Mário De Luca Neto.

Criadores interessados em participar desse grupo, podem entrar em contato com o Sebrae/SP em Ribeirão Preto, pelo telefone, (16) 3621 4050, e falar com a gestora do projeto Flaviane Tavanti Castilho.

Serviço:
Atendimento à imprensa
Renata Barussi - (16) 3618-5389 ou 9124-8961
renatabarussi@casadenoticia.com

Crédito: Agencia Sebrae de Noticias

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Veja o tipo de leite mais apropriado para seu filho

25 de setembro de 2009 às 09h20m

A recomendação da OMS é que o aleitamento materno seja exclusivo até os 6 meses – e que até o segundo ano seja compartilhado com outros alimentos



Até o primeiro ano, caso a mãe não possa amamentar, o bebê deve receber fórmulas infantis próprias, indicadas pelo pediatra. Depois disso, o leite de vaca está liberado. Só que nem todo mundo se adapta bem a ele, apresentando irritabilidade intestinal. A alternativa mais comum é o leite de cabra ou de búfala. Mas, primeiro, é preciso verificar se a intolerância é à proteína do leite ou ao açúcar, chamado lactose. No primeiro caso, o leite de cabra ou o hidrolisado são alternativas, por terem suas proteínas quebradas em cadeias menores. No segundo caso, o recomendado é o leite de soja.Quando: após o primeiro ano. Os leites de vaca, cabra e ovelha têm quantidade excessiva de proteína e sódio, que podem sobrecarregar os rins. Quanto: 3 porções diárias a partir do segundo ano. Como: 3 copos (200 ml cada). Risco de obesidade: não exagere no achocolatado ou no açúcar.

Entenda as diferenças entre os leites de vaca tipo A, B e C


Quantos às classificações: A, B ou C, o melhor mesmo é o leite A, porque o processo de pasteurização ocorre ainda na fazenda, o que minimiza as chances de contaminação e a perda de nutrientes. Quando o assunto é de nutriente, prefira o leite integral ao leite desnatado: é que ele traz o produto envasado “direto da vaca” e nas condições ideais de higiene. Caixinha não quer dizer, necessariamente, longa vida. O leite longa vida, que geralmente é do tipo C, é submetido a um processo de esterilização em altas temperaturas (UHT), que elimina todos os microorganismos da substância para aumentar seu tempo útil na prateleira. A desvantagem do leite tipo C é que ele é ordenhado manualmente e seu processamento não é feito no local da ordenha, ou seja, ele fica mais tempo exposto ao ambiente.

Além do leite

Depois que eles deixam a mamadeira, é difícil fazer as crianças consumirem cálcio. Conheça alguns truques pra eles não correrem o risco de ter osteoporose no futuro.




O cálcio é o mineral mais abundante e importante do corpo humano e atua na contração muscular, coagulação do sangue, além de, claro, na manutenção e formação dos nossos ossos. Apesar de ser só quando já somos adultos que a massa óssea começa a diminuir – e aparece, então, o risco de osteoporose –, é na infância e adolescência que fazemos o “estoque” de 90% de todo o cálcio que usaremos na vida. Se houver uma baixa ingestão, o risco de osteoporose aumenta 20% na idade adulta. Por isso, não dá pra brincar, não. Tem de consumir cálcio, sempre e muito!

A osteoporose não acomete crianças, mas, se seu filho não ingerir a quantidade adequada de cálcio, a carência pode ocasionar problemas, como enfraquecimento ósseo, raquitismo, diminuição da força muscular e atraso do desenvolvimento motor. Além disso, obriga o organismo a ir buscar sua fonte de cálcio nos próprios ossos (como se roubassem o cálcio deles), tornando-os mais frágeis e sujeitos a fraturas.

Uma criança de 1 a 3 anos precisa de 500 mg de cálcio por dia. Já de 4 a 8 anos, a necessidade vai para 800 mg. Um copo de leite integral tem em média 300 mg do mineral e um copinho de iogurte tem 245. Sim, os derivados do leite são os campeões em cálcio, mas não são a única fonte. Vegetais verde-escuros (espinafre, couve ou brócolis) também dão conta do recado, assim como os grãos (soja, grão de bico, feijão) e o tofu.

Tão importante quanto consumir a quantidade certa de cálcio é garantir seu aproveitamento pelo organismo, já que nem tudo que é ingerido é absorvido pelo nosso corpo.

Para dar uma mãozinha, é fundamental que a criança tenha uma boa flora intestinal e tome uns 15 minutinhos de sol por dia. Sim, isso mesmo. A exposição à luz solar sintetiza a vitamina D, que ajuda as células intestinais a absorverem o cálcio.

Pais de crianças com intolerância a lactose (que não podem consumir leite) devem recorrer a algumas fontes alternativas de cálcio, como as que falamos anteriormente ou alimentos fortificados com cálcio, já comum nos supermercados, como o leite de soja, por exemplo. Alguns médicos sugerem que a criança consuma iogurte e queijo, pois, nesses casos, a lactose está “quebrada”. Mas, às vezes, é necessária a suplementação. Por isso, é importante conversar com o médico, para que ele avalie o caso e veja o que é ideal para seu filho. Nem sempre é fácil fazer com que os pequenos tomem iogurte ou um copo de leite. Mas tem como dar uma disfarçada. Confira nossas dicas.

Na prática

No café da manhã. Um copo de leite com chocolate em pó ou iogurte já rendem uma boa quantidade de cálcio. Pode colocar um pedaço de queijo fresco no pão com manteiga.

No almoço. Além da dupla “arroz e feijão” (o feijão é fonte de cálcio), tente fazer tortas com massa de iogurte ou suflê – em que vai leite. Acrescente vegetais verde escuros à massa.

No lanche da tarde. Pão de queijo. Ou algum doce que leve amêndoas, avelã ou castanha-dobrasil, a velha e boa castanha-do-pará.

No jantar. Lanche de presunto ou carne com queijo ou uma sopa à base de leite – sopa de palmito, por exemplo.


Fonte: pais e filhos

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Alteração nas normas do Proger Rural amplia concessão de crédito


25/09
Brasília - Para que o médio produtor rural tenha mais acesso ao Programa de Geração de Emprego e Renda Rural (Proger Rural), o Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou, nesta quinta-feira (24), outros bancos a concederem crédito de investimento na área de abrangência dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO), com recursos destinados a esse programa.
O objetivo da medida indicada é favorecer a concessão de crédito por outros bancos nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, sem limitar as operações do Proger Rural aos bancos públicos federais em suas respectivas regiões de atuação.
“Na safra 2009/2010, o Proger Rural foi modificado para atender ao médio produtor rural brasileiro de forma mais incisiva, com a ampliação da renda bruta anual para o enquadramento do produtor e o aumento dos limites de financiamento. Com a medida, autorizada hoje, o programa dinamiza-se ainda mais”, avalia o secretário de Política Agrícola do Mapa, Edilson Guimarães. (Débora Pinheiro).

Ministério da Agricultura e do Abastecimento

Biblioteca de Pederneiras recebe escritora infantil Rosana Rios

(24/09/2009 - 09:31)

A Biblioteca Municipal "Paula Rached" recebe amanhã, 24, às 9h, a prestigiada escritora infanto-juvenil Rosana Rios para um bate-papo descontraído sobre sua carreira e suas produções literárias. O evento faz parte do Projeto Viagem Literária da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo em parceria com as Bibliotecas e Prefeituras Municipais.
Durante o evento, as crianças poderão aprender mais sobre o universo da literatura infantil e todas as suas maravilhas. "A leitura ajuda no desenvolvimento dos jovens e eles precisam ter contato com quem promove a cultura e a literatura no nosso país", explica a bibliotecária Adriana Camargo Couto.
Rosana Rios é artista, educadora e ilustradora, formada em Educação Artística e Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Quando pequena, adorava ler, no entanto nunca imaginou que se tornaria uma escritora. "Tudo começou quando seus filhos nasceram e ela começou a inventar histórias para contar a eles. Contar histórias lhe agradou tanto que desandou a escrever e a trabalhar com isso" diz a bibliotecária.
Rosana Rios foi roteirista do programa Bambalalão na TV Cultura de São Paulo. Mais tarde ela trabalhou ainda nas Tv's Band e Record. Em 1988, começou a publicar livros e nunca mais parou. São livros sobre bichos, crianças, adolescentes, outros planetas, histórias policiais, de suspense, românticas e humorísticas. Escreve também peças de teatro e conquistou vários prêmios. O livro HQs " quando a ficção invade a realidade " foi indicado ao Prêmio Jabuti 2008 da Câmara Brasileira do Livro.
O bate-papo com a escritora Rosana Rios acontece na Biblioteca Municipal Paula Rached, localizada na Rua Benjamim Monteiro O?146, amanhã, 24, às 9h, gratuitamente.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Qual o melhor browser para o seu computador?

Exibido em: 26/04/09

Site executa série de testes e diz qual deles te atende melhor

A pergunta que nunca se cala: qual é o melhor browser? A resposta nunca é unânime, já que cada um tem suas preferências.
Mas o site Peacekeeper promete botar um fim nas inflamadas discussões sobre o assunto. Ele promove uma série de testes - os mesmos que os desenvolvedores fazem - no seu computador. E aí, analisando dados como seu histórico, memória e poder de processamento do seu computador, diz qual o melhor browser para o seu tipo de navegação. Que tal descobrir o melhor para você?

Links para o site:

Peacekeeper - The Browser Benchmark
http://olhardigital.uol.com.br/ar Digital

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Embrapa - Portal da Tecnologia da Informação para o Agronegócio

Este Portal reúne informações atualizadas sobre os softwares disponíveis, para o agronegócio, empresas desenvolvedoras e distribuidoras, dados do mercado ofertante e demandas em tecnologias da informação para o setor rural.
É resultado do projeto Estudo do Mercado Brasileiro de Software para o Agronegócio, liderado pela Embrapa Informática Agropecuária, que visa à identificação da demanda e da oferta de software para o agronegócio, assim como a construção de cenários sobre a adoção de tecnologia da informação neste setor.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Curso sobre Recuperação de Áreas Degradadas disponível na internet

A Embrapa Solos, uma das unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), localizada no Rio de Janeiro (RJ) disponibilizou em sua página na internet curso sobre Recuperação de Áreas Degradadas para download - clique aqui para baixá-lo (8,52 Mb - Formato PDF). A equipe da Embrapa Solos já ministrou curso sobre o assunto na Petrobras e PUC-Rio.

A apostila, de 238 páginas, auxilia quem pretende atuar em recuperação de áreas degradadas e conservação do solo e água. O leitor terá a oportunidade de desenvolver pensamento crítico e analítico a respeito dos fatores e processos de degradação dos recursos - solo e água; aprender técnicas para recuperação de áreas degradadas e manejo e conservação da água e do solo, e, discutir e elaborar estratégias de planejamento de recuperação de áreas degradadas e monitoramento ambiental de áreas degradadas.
Segundo o Banco Mundial, os solos agrícolas são degradados a uma taxa de 0,1% ao ano. O que torna esse dado ainda mais grave é que a maioria destes solos está em países menos desenvolvidos. Na América Latina e Caribe, o mau uso de produtos químicos e a erosão degradaram 300 milhões de hectares.
Os autores da obra são os pesquisadores da Embrapa Solos Fabiano Balieiro e Sílvio Tavares, com a colaboração de profissionais da própria Embrapa Solos, Departamento de Recursos Mineirais (DRM), Embrapa Agrobiologia e Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

Crédito: Jornal Agrosoft
FONTE
Carlos Dias - Jornalista
Telefone: (21) 2179-4578

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Rebanho SIM é o maior destaque de ovinos Santa Inês da 36ª Grand Expo Bauru

MMB H Belo 2131A
Grande Campeão Santa Inês da 36ª Grand Bauru
Foto: Murilo Góes/Divulgação

O Rebanho SIM comemorou o primeiro título conquistado por um produto do afixo SIM, marca lançada durante a Feinco 2009
Melhor Expositor, dono dos grandes campeões fêmea e macho da raça, das progênies de Pai e Mãe e de outros oito dos dez Campeonatos, além de seis Reservados Campeões, o Rebanho SIM – Santa Inês, de Amparo, SP, fez bonito na “Expo Nobre” da 36ª Grand Expo Bauru, um dos mais importantes eventos do setor do Interior paulista.
Nos julgamentos encerrados no sábado, 15 de agosto, o Rebanho SIM comemorou o primeiro título conquistado por um produto do afixo SIM, marca lançada durante a Feinco 2009 pelos empresários e ovinocultores Magim Rodriguez Junior e os irmãos Fábio, Rodrigo e Ricardo Cotrim.
Com o sugestivo nome de SIM FIV Avante 4023, este animal foi eleito Campeão Borrego Menor. SIM FIV Avante 4023 é produto de um excepcional acasalamento: MB Herói 2237A, o Grande Campeão da Feinco/09 em MB Jane 1824, Campeã Nacional/ 05 e também mãe de MB Forte 1669, o mais importante reprodutor da raça na atualidade e Campeão Nacional de Progênie de 2008.

Os títulos
Liderando a categoria “Expositor” do Ranking 2009 da “Cabanha do Ano” da Associação Paulista de Criadores de Ovinos (Aspaco), o Rebanho SIM voltou a vencer em Bauru ao somar 1.380 pontos e conquistar o título de “Melhor Expositor” Santa Inês da mostra.
Na mais cobiçada disputa da raça, os dois Grandes Campeões e seus Reservados, vitória do Rebanho SIM. MB H Belo 2131A faturou o título máximo entre os machos, tendo como Reservado MB TE Hebraico 2225A, enquanto entre as fêmeas somou mais um título para sua coleção MB H-Melhor 2978 que teve como Reservada MB TE Haloisita 2890.
Produtor de quatro campeãs fêmeas e duas reservadas, além de um macho e um reservado, MB Forte 1669 foi eleito o Campeão de Progênie de Pai.
Na Progênie de Mãe levou o título Maria Paz 1292, doadora do Rebanho SIM com os filhos MB TE Hebreu 2227A e MB TE Hebraico 2225A, dois filhos de MB Fantástico 1769, outro reprodutor SIM.
No julgamento por categoria de idade, cinco títulos de cada sexo estavam em disputa. As fêmeas do Rebanho SIM venceram quatro e ainda fizeram duas reservadas. Os machos foram além, ao conquistar quatro campeonatos e quatro reservas.
Entre as fêmeas, as Campeãs fotam: MB Mumbuca FIV Irradiante 3560 (Borrega Menor), MB TE Ibirapuera 3478 (Borrega), MB TE Iguacuana 3216 (Borrega Maior) e MB H-Melhor 2978 (Ovino Adulto). Com o título de Reservadas ficaram: MB TE Iansã 3282 na categoria Borrega Maior e MB TE Haloisita 2890 na classe Ovino Adulto.
Entre os machos, foram eleitos Campeões: SIM FIV Avante 4023
(Borrego Menor), MB FIV IPTU 3545 (Borrego), MB TE Importante 3209 (Borrego Maior) e MB H Belo 2131A (Ovino Adulto). Com a faixa de Reservados ficaram: MB FIV Impacto 3581(Borrego Menor), MB JJS 3583 (Borrego), MB TE Iate 3223 (Borrego Maior) e MB TE Hebraico 2225A (Ovino Adulto).

O Rebanho SIM conquistou, ainda, o título de “Melhor Apresentador” para Ramiro Madeira.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Cotação de Julho/2009 - Caprinos & Ovinos



Cotação de Junho/2009 - Caprinos & Ovinos



Cotação de Maio/2009 - Caprinos & Ovinos



Cotação de Abril/2009 - Caprinos & Ovinos



Cotação de Fevereiro/2009 - Caprinos & Ovinos



Cotação de Janeiro/2009 - Caprinos & Ovinos



7º CONGRESSO MUNDIAL DE OVINOS COLORIDOS

Canela, 4 à 9 de Setembro, 2009.

FEIRA MUNDIAL DA LÃ

Na FEIRA MUNDIAL DA LÃ, do 7º CONGRESSO MUNDIAL DE OVINOS NATURALMENTE COLORIDOS, que ocorrerá no Hotel Laje de Pedra durante os dias 07, 08 e 09 de setembro de 2009, em Canela, serão comercializados FIOS DE LÃ ARTESANAL, INDUSTRIAL, PRODUTOS DE CONFEÇÕES ARTESANAIS EM LÃ, PELES de ovinos naturalmente coloridos e PRODUTOS EM PELE.

http://www.ovinoscoloridos.com.br/

Embrapa Caprinos e Ovinos leva programa Genecoc para Expointer

Embrapa Caprinos e Ovinos leva programa Genecoc para Expointer
4 Ago 2009 ... O Programa Genecoc, serviço de assessoria genética da
Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral/CE), será destaque na Exposição
Internacional de ...

http://www.agrosoft.org.br/agropag/211319.htm

O “SUCO DE FRUTAS” QUE VOCÊ CONSUME É MESMO SUCO?

Consumidor precisa saber que suco é aquele que contém basicamente fruta. O produto faz bem à saúde e favorece a fruticultura.
O consumo de bebidas à base de frutas ainda é baixo no Brasil, mas está crescendo significativamente. Nos últimos anos, bebidas foram um dos segmentos industriais que mais se organizaram para atender às novas condições de consumo e, neste contexto, o mercado brasileiro de sucos e néctares prontos para beber também está em franca expansão.
Este assunto é tratado na matéria de capa da revista Hortifruti Brasil, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP (Piracicaba), na edição de julho/09.
O trabalho elaborado por Camila Pires Pirillo e Renata Pozelli Sabio, membros da equipe Hortifruti/Cepea, enfoca tanto as oportunidades que se abrem para produtores agrícolas e processadores de polpa de fruta quanto os benefícios para o consumidor.
Uma das contribuições da matéria é o esclarecimento sobre a diferença entre suco e outros tipos de bebidas à base de frutas.

Os subtítulos desta matéria de capa da Hortifruti Brasil (julho/09) são:

- Sucos x Nectares x Refrigerantes
- O valor nutricional dos sucos e néctares é o mesmo da fruta de origem?
- Mercado de sucos/néctares de frutas
- Consumidor: olho vivo no rótulo!
- Sobra fruta e falta suco no País!

Interessados em acessar toda a pesquisa devem acessar:
www.cepea.esalq.usp.br/hfbrasil/edicoes/81/mat_capa.pdf

A Hortifruti Brasil é uma publicação mensal do Cepea, de distribuição gratuita. Além de matéria de capa temática, mantém seções fixas sobre o mercado dos seguintes produtos: tomate, cebola, batata, cenoura, banana, citros, uva, maçã, melão, manga e mamão.

Confira: www.cepea.esalq.usp.br/hfbrasil/
Outras informações podem ser obtidas através do Laboratório de Informação do Cepea: 19-3429-8837 ou cepea@esalq.usp.br

Crédito: Ana Paula Silva
Comunicação Cepea
(19) 3429 8836 / 8837
www.cepea.esalq.usp.br

Tem Rebanho SIM a semana inteira no Programa TATERSAL do Terra Viva

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Cepea_Evento: Interconf


A Assocon (Associação Nacional dos Confinadores) realiza, de 15 a 17 de setembro, em Goiânia (GO), a 2º Interconf (Conferência Internacional de Confinadores).
Mais uma vez, o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, está apoiando a realização deste encontro.
Na programação, já estão confirmadas palestras de pesquisadores do Cepea.
O Prof. Dr. Sergio De Zen, coordenador da área de pecuária do Centro, vai analisar a gestão dos riscos do confinamento. Já a pesquisadora do Cepea, Prof. Dra. Silvia Miranda, aborda barreiras técnicas e sanitárias impostas à carne bovina brasileira.
Palestrantes da Argentina, África do Sul e Austrália também estarão presentes no evento.
Assim como no ano passado, no último dia do encontro, 17, está programado um "Dia de Campo".
Mais informações, pelo telefone (11) 3467 5366, pelo e-mail interconf@assocon.com.br ou no site: www.interconf.org.br

Comunicação Cepea
(19) 3429 8836 / 8837



quinta-feira, 16 de julho de 2009

VIII Campeonato Cordeiro Paulista - ASPACO 2009.

O Campeonato Cordeiro Paulista - CCP têm como objetivos divulgar nossos produtos, conhecer a performance das diferentes raças no desempenho de engorda dos cordeiros em confinamento, promover o consumo de carne de cordeiro e, principalmente, congregar os produtores.

Os animais participantes terão que ser cordeiros machos nascidos no mês de junho, portanto façam suas inscrições na ASPACO.

Este ano o CCP estará novamente adquirindo os cordeiros dos participantes, ou seja, estes serão remunerados pelo peso vivo de seus cordeiros na data de entrega no local da prova, ao preço de mercado vigente e tal remuneração será feita após o encerramento do Campeonato.

Sua participação é muito importante para o fortalecimento da nossa ovinocultura. O regulamento do Campeonato Cordeiro Paulista 2009 está disponível em nosso site (www.aspaco.org.br/cpaulista/).

Saiba já, tudo o que aconteceu nos outros campeonatos acessando o site www.aspaco.org.br.

Crédito:- ASPACO www.aspaco.org.br - Fone: (14) 3841 6841 - São Manuel - SP

Rebanho SIM - 1º Leilão Virtual SIM & Cia



quarta-feira, 17 de junho de 2009

Projovem Campo – Saberes da Terra vai qualificar mais 48 mil agricultores

Projovem Campo – Saberes da Terra vai qualificar mais 48 mil agricultores
Noticias em 15/06/2009

Mais 48 mil jovens agricultores com idade entre 18 e 29 anos, com ensino fundamental incompleto, terão a oportunidade de ingressar este ano no programa Projovem Campo – Saberes da Terra. Com duração de dois anos, o curso qualifica jovens do campo para trabalhar na agricultura familiar e oferece certificado de conclusão do ensino fundamental.

Armênio Schmidt, diretor de educação para a diversidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), explica que as 48 mil vagas vão se somar às 35 mil abertas em 2008. Os 35 mil agricultores já foram selecionados e devem começar o curso nos meses de junho, julho ou agosto. São jovens da área rural de municípios dos 19 estados que aderiram ao programa no ano passado.

Além da expansão das vagas – de 35 mil para 48 mil –, Armênio Schmidt diz que o Projovem Campo terá outra novidade em 2009. O programa será oferecido às 26 secretarias estaduais de educação e ao Distrito Federal, mas, caso algum estado não queira aderir, terão prioridade na ocupação das vagas os municípios daquela unidade da Federação e os jovens residentes nos Territórios da Cidadania.

Para 2010, segundo Schmidt, a Secad estuda ampliar o Saberes da Terra para agricultores adultos, acima de 30 anos, não contemplados pelo Projovem Campo. O modelo que está em estudo, adianta o diretor, oferece aos municípios o curso, a formação de professores e os cadernos didáticos por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR). O PAR é uma ação municipal que compreende diagnóstico da educação local e a definição de prioridades para um período de quatro anos.

AVALIAÇÃO

Coordenadores do Projovem Campo – Saberes da Terra de 19 estados e das 19 instituições de ensino superior públicas, parceiras do programa, concluiriam no último dia 10, em Brasília (DF), encontro de avaliação sobre o andamento da formação de professores e as agendas do início dos cursos. Segundo Armênio Schmidt, o programa respeita a diversidade do campo em cada estado, mas como é uma política nacional, "reuniões anuais servem para dar unidade à diversidade".

Entre os 19 estados que aderiram ao programa em 2008, o Mato Grosso e o Pará já iniciaram as aulas. Rui Leonardo Souza Silveira, coordenador do Projovem Campo em Mato Grosso, explica que o estado saiu na frente porque mantém boa articulação com os movimentos sociais do campo e que isso facilitou a matrícula dos 1.100 agricultores.

A secretaria estadual também selecionou 150 professores da sua rede para fazer o curso de especialização em educação no campo no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, que é o parceiro do Projovem no estado. De acordo com o diretor de ensino da Pró-Reitoria de Ensino do instituto, Gabriel Antônio Ogaya Joerke, a preparação inicial dos professores indicados pela secretaria estadual de educação ocorreu no campus São Vicente, em abril, e outra turma fez a formação no campus de Colider, em maio. Ao todo, o instituto federal de Mato Grosso fará quatro encontros de formação por ano, vai acompanhar os professores nas salas de aula e também nas atividades na comunidade. O curso para os professores e para os agricultores tem duração de dois anos e é feito ao mesmo tempo.

Ednaide Rêgo, coordenadora do comitê de educação do campo da secretaria estadual de educação do Rio Grande do Norte, informa que os 1.200 agricultores e os professores da rede que vão trabalhar na formação já foram selecionados, mas que o começo das aulas depende da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), parceira da secretaria. Os cursos serão oferecidos nos polos do Sertão do Apodi e em Mato Grande, regiões do estado com baixos índices de desenvolvimento humano (IDH) e de desenvolvimento da educação básica (Ideb).

A Ufersa, explicou o coordenador do Projovem na instituição, Antonio Jorge, já recebeu os recursos do MEC, mas tem um item do projeto que precisa ser modificado antes de começar a qualificação dos professores.

Para a formação dos 35 mil agricultores, o Ministério da Educação vai investir R$ 111,2 milhões. Destes recursos, R$ 84 milhões são para as 19 secretarias estaduais de educação e R$ 27,2 milhões para as 19 instituições de ensino público parceiras.

MAIS INFORMAÇÕES

Projovem Campo – Saberes da Terra
Telefones: (61) 2104-6022 ou (61) 2104-6033
E-mail: coordenacaoeducampo@mec.gov.br

FONTE

Ministério da Educação
Ionice Lorenzoni - Jornalista

Yeda formaliza parceria para desenvolver ovinocultura gaúcha

Yeda formaliza parceria para desenvolver ovinocultura gaúcha ...
Com um rebanho de 4,4 milhões de cabeças, a ovinocultura do Rio Grande do
Sul conquistou, na manhã desta terça-feira (16), um importante
avanço:...

Carnes: governadora(rs) formaliza parceria para desenvolver ovinocultura

16/06 - 14:42 - Agência Safras

SAFRAS (16) - Com um rebanho de 4,4 milhões de cabeças, a ovinocultura do Rio Grande do Sul conquistou, nesta terça-feira (16), um importante avanço: um centro de pesquisas e produção de ovinos, resultado de parceria entre Fepagro, Ufrgs e Associação dos Criadores de Ovinos (Arco). A governadora Yeda Crusius formalizou o acordo durante ato realizado na unidade da Fepagro em Viamão.

"Esta parceria é um compromisso de recuperação da ovinocultura como uma cultura primeira, e não secundária. Mas, para isso, é preciso pesquisa e desenvolvimento", afirmou Yeda. O centro ocupa 16 hectares, onde estão alojados 73 ovinos doados pela Arco. A governadora disse que o local será uma vitrine "para que o Rio Grande do Sul produza a partir da pesquisa e da inovação". E afirmou esperar que o trabalho intenso na unidade mostre resultados já na próxima Expointer.

Por meio da pesquisa e do ensino, o centro será um pólo de conhecimento e desenvolvimento onde alunos poderão praticar e os produtores terão acesso a tecnologias. O Estado tem tradição na atividade, porém grande parte das propriedades de ovinos mantém animais de baixo padrão zootécnico ou como atividade secundária.

Conforme o secretário de Ciência e Tecnologia, Artur Lorentz, a parceria é um momento histórico, pela sua simbologia e pelo apoio permanente do governo Yeda à pesquisa e ao desenvolvimento, para melhorar a competitividade do Estado. Para o diretor-presidente da Fepagro, Benami Bacaltchuk, com a parceria entre pesquisa e sistema produtivo, "a ovinocultura gaúcha passa a ter futuro".

Importância Saudando a parceria, o presidente da Arco, Paulo Schwab, informou que 60% da carne ovina consumida no Brasil são importados do Uruguai, do Chile e até da Nova Zelândia. Conforme Schwab, o centro é fundamental por ter uma universidade ao seu lado para transformar a carne, o leite e o queijo de ovinos em produtos tão importantes como já é a lã. Segundo ele, a carne é o foco mundial da ovinocultura. Comemorando os 75 anos da Ufrgs, o reitor da universidade, Carlos Alexandre Neto, disse que considera produtiva a "interação entre poder público, setor acadêmico e usuários do conhecimento".

Na opinião da coordenadora do Programa de Pesquisas em Sistemas de Produção Animal da Fepagro, Zélia Maria de Souza Castilhos, o centro será estratégico, por especializar mão-de-obra e desenvolver tecnologias que darão suporte aos produtores e à produção de ovinos. As informações partem da Assessoria de Comunicação do Governo do Rio Grande do Sul.

(CBL)

Obras da Ferrovia Oeste-Leste começam em novembro

As obras da Ferrovia da Integração Oeste-Leste serão iniciadas em novembro deste ano, logo após a liberação da licença ambiental, prevista para os próximos 70 dias. Foi o que garantiu o presidente da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A, empresa vinculada ao Ministério dos Transportes e responsável pela obra, José Francisco das Neves, durante a primeira consulta pública sobre a ferrovia, nesta segunda-feira (8), em Barreiras, a 862 quilômetros de Salvador. A segunda consulta está prevista para Ilhéus, Litoral Sul do estado, a 437 quilômetros de Salvador.

O traçado da ferrovia Oeste-Leste foi apresentado pela empresa, que demonstrou a otimização no escoamento da produção. O trajeto da estrada de ferro é resultado de uma discussão com toda a equipe de governo e fruto da observação de elementos importantes, como reservas indígenas, rampas, entre outros detalhes técnicos e ambientais. Neves explicou que o cronograma está sendo cumprido e já foi entregue o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA).

De acordo com o presidente da Valec, a ferrovia contribuirá para o escoamento da produção de minério de ferro, grãos e farelos, álcool, açúcar e algodão, biocombustível e derivados de petróleo. O destaque é para o agronegócio do Oeste baiano e as jazidas minerais da área de Caetité, no Sudoeste. A implantação da estrada de ferro dará impacto significativo no desenvolvimento econômico da Bahia.

Segundo o governador Jaques Wagner, entre as vantagens previstas com a construção da Oeste-Leste para a Bahia estão a redução de custos do transporte de insumos e produtos diversos, o aumento da competitividade dos produtos do agronegócio e a possibilidade de implantação de novos pólos agroindustriais e de exploração de minérios, aproveitando sua conexão com a malha ferroviária nacional. “Com esta ferrovia teremos vários benefícios. O aumento da segurança e a redução dos gastos em manutenção de rodovias, são exemplos. A interligação Oeste-Leste vai facilitar o transporte da soja, que será levada para os portos com mais rapidez e segurança”, disse o governador.

Oportunidade para os pequenos produtores

O agricultor Pedro Alves acredita que com a ferrovia os pequenos produtores terão a oportunidade de escoar com mais facilidade os seus produtos. “Os custos serão barateados e podemos até sonhar com a possibilidade de exportar”, afirmou.

Além do escoamento de toda a produção agrícola regional, a implantação da ferrovia deve gerar cerca de 30 mil empregos diretos, de acordo com dados do Ministério dos Transportes. “Estamos vendo esta ferrovia com bons olhos, porque é mais emprego e renda para Barreiras e para os demais municípios”, acredita a líder comunitária Solange Cunha.

Com investimento previsto de cerca de R$ 6 bilhões pelo Governo Federal, a estrada de ferro Oeste-Leste (EF 334) terá 1,5 mil quilômetros, de Ilhéus, no Sul da Bahia, a Figueirópolis, em Tocantins. Na Bahia, ela atravessará 32 municípios, distribuídos por 1,1 mil quilômetros. No território baiano, a maior parte do trecho passará pelo município de São Desidério, maior produtor de algodão e de grãos do Brasil.

A previsão é que a conclusão do primeiro trecho, Ilhéus (Sul) a Caetité (Sudoeste baiano), aconteça em julho de 2011; do segundo, de Caetité a Correntina/Barreiras (Oeste baiano), em julho de 2012; e do terceiro, de Correntina/Barreiras a Figueirópolis (TO), em dezembro de 2012.

Ferrovia, Porto Sul e Aeroporto de Ilhéus

O sistema intermodal de transportes, junto com o Porto Sul e o novo aeroporto internacional de Ilhéus, também faz parte das vantagens que a Ferrovia Oeste-Leste trará diretamente para o Oeste, Sudoeste e Sul da Bahia.

O Governo do Estado está fazendo gestões junto ao Governo Federal para que as obras da ferrovia, do Porto Sul e do aeroporto internacional de Ilhéus andem de forma simultânea. O objetivo é que no momento em que a ferrovia estiver iniciando, o porto também esteja integrado dentro desta lógica, não só multimodal, mas também de cronogramas.

A integração entre os dois modais (porto e ferrovia) gera uma estimativa de exportação de cargas de 40 milhões de toneladas anuais, a partir do aumento das atividades de mineração no estado, montante que pode aumentar com o decorrer do tempo. Atualmente, os três portos baianos (Salvador, Aratu e Ilhéus) estão com um volume de cargas exportadas de cerca de 10 milhões de toneladas anuais.

Entre outras negociações do Governo do Estado para fortalecer o desenvolvimento regional estão a ampliação de voos das companhias Trip e Azul para o interior e a utilização do Porto Sul como alternativa de escoamento da produção de biodiesel do norte de Minas Gerais.
No rastro da ferrovia, o Oeste terá mais uma universidade federal e está em construção a BR 135, que corta Barreiras no eixo Norte-Sul e liga a divisa Bahia/Minas Gerais até a divisa com o Piauí.

Outro benefício da ferrovia será o aumento da segurança e a redução dos gastos em manutenção de rodovias. Os excessos de cargas das carretas que descem com a soja do Oeste do Estado para os portos, por exemplo, passarão a ser levados de trem.

Crédito: Agecom - Assessoria Geral de Comunicação Social do Governo do Estado da Bahia - 08/06/2009 - 15:50hs

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Embrapa Caprinos e Ovinos realiza solenidade de posse do novo chefe-geral


O pesquisador Evandro Holanda Júnior assumiu oficialmente nesta terça-feira (19/05) o cargo de chefe-geral da Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral, CE). Na solenidade de posse, realizada no auditório central da unidade, Evandro salientou que entre as prioridades da nova gestão, eleita para um período de dois anos, está a rede de projetos para inovação na ovinocultura e caprinocultura, que pretende fortalecer pesquisas voltadas para a produção de carne, leite, pele e lã de qualidade.

"Estamos também compromissados com ações de capacitação para técnicos, produtores e trabalhadores rurais e com o estabelecimento de um pólo tecnológico em Sobral, em parceria com universidades, instituições de ciência e tecnologia, prefeitura e Governo do Estado do Ceará", reforçou o pesquisador, que elencou diversas questões relevantes para o agronegócio brasileiro como foco de preocupações. Entre elas, a inserção produtiva dos agricultores familiares, o uso racional da água, a geração de tecnologias de convivência com as mudanças climáticas e a utilização dos biocombustíveis e de energia da biomassa.


"Assumo com a responsabilidade de continuar a execução de um projeto que visa viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da caprinocultura e da ovinocultura, em benefício da sociedade", afirmou Evandro, que destacou ainda os projetos de melhoramento genético de caprinos de leite e a implementação do programa nacional de ovinos de corte, como iniciativas que darão apoio a um plano de desenvolvimento dos setores de caprinocultura e ovinocultura.

A posse contou com representantes da diretoria da Embrapa e de outras unidades descentralizadas, como o diretor executivo Geraldo Eugênio de França; o chefe da Assessoria de Inovação Tecnológica, Lúcio Brunalle; o assessor da diretoria executiva, Fernando Campos, e o chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza, CE), Vitor Hugo de Oliveira. "Quem vai a qualquer município do semi-árido nordestino, percebe que caprinos e ovinos são prioridade número um. É hora da Embrapa contribuir para tornar o sertão cada vez mais próspero, com atividades que contribuam para valorizar a produção, muitas vezes vendida a preços irrisórios, e promover o manejo da caatinga, evitando a desertificação", ressaltou Geraldo Eugênio.



A posse contou com representantes da diretoria da Embrapa e de outras unidades descentralizadas, como o diretor executivo Geraldo Eugênio de França; o chefe da Assessoria de Inovação Tecnológica, Lúcio Brunalle; o assessor da diretoria executiva, Fernando Campos, e o chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza, CE), Vitor Hugo de Oliveira. "Quem vai a qualquer município do semi-árido nordestino, percebe que caprinos e ovinos são prioridade número um. É hora da Embrapa contribuir para tornar o sertão cada vez mais próspero, com atividades que contribuam para valorizar a produção, muitas vezes vendida a preços irrisórios, e promover o manejo da caatinga, evitando a desertificação", ressaltou Geraldo Eugênio.


Para a solenidade, a ex-chefe geral da Embrapa Caprinos e Ovinos, Maria Pinheiro Correia, enviou mensagem, lida pelo novo chefe adjunto de Administração, Caetano Silva Filho, também empossado nesta terça. Maria Pinheiro afirmou que sua experiência à frente da unidade foi "edificante" e saudou a todos os funcionários e parceiros da Embrapa que colaboraram em sua gestão.

Evandro Holanda Júnior, natural de Baturité (CE), é médico veterinário e doutor em Ciência Animal pela Universidade Federal de Minas Gerais. É pesquisador da Embrapa desde 2001, tendo iniciado suas atividades na Embrapa Semi-Árido (Petrolina, PE). Em 2006, foi para a Embrapa Caprinos e Ovinos, onde exerceu o cargo de chefe adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento até 2008. Também tomou posse nesta terça o novo chefe adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento, Marco Aurélio Bonfim.


Parcerias

O secretário do Desenvolvimento Agrário do Estado do Ceará, Camilo Santana, prometeu na solenidade de posse, continuar a "sólida parceria" para consolidar cadeias produtivas no semi-árido cearense. "O Governo do Estado vai estreitar a cooperação com a Embrapa Caprinos e Ovinos, para ações como nosso projeto de aquisição da produção de leite de cabra, em convênio com os produtores", assegurou ele. Já o secretário da Agricultura e Pecuária de Sobral, Edison Frota, destacou que a nova gestão deve intensificar a geração de tecnologias para trazer benefícios ao homem do campo. "Percebo que Evandro tem consciência disso, de que o conhecimento tem que chegar lá aos nossos criadores", disse ele.

A solenidade teve também a presença do presidente da Câmara Municipal de Sobral, vereador Hermenegildo Sousa; do presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão do Estado do Ceará (Ematerce), José Maria Pimenta; do superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Ceará, Flávio Saboya, entre outras autoridades.


Adilson Nóbrega
Jornalista - Embrapa Caprinos e Ovinos
MTb Ce 01269JP
(88) 3112.7410/7415
adilson@cnpc.embrapa.br
www.cnpc.embrapa.br

Agradecimento

Foram muitas as horas que passamos elaborando, estudando e sonhando para criar a “ONG AIAS”. Durante este tempo, muitas pessoas estiveram envolvidas até que nós chegássemos a um resultado final; porém, não é fácil ter as palavras corretas para mostrar-se grato a todos os envolvidos. Estejam certos de que a felicidade que estou sentindo por estarmos unidos é muito grande. Você só poderá encontrar a felicidade quando souber fazê-la nascer de dentro de seu coração, quando aprender a ajudar a todos indistintamente, com suas ações, suas palavras e seus sentimentos.

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a “Deus” pelo descanso da noite e pela claridade da manhã, e que esteve sempre ao nosso lado nos dando forças para continuar trabalhando e não desanimar nas horas difíceis.

Em segundo lugar, gostaria de agradecer a minha esposa, companheira e amiga, Marli, pela paciência que teve e pelo perdão pelas horas que não lhe dediquei, pois foram consumidas neste trabalho, e pelo amor que me dedica em todos os momentos de sua vida.

Aos meus familiares adoráveis, em especial a minha mãe (Mariana), irmã (Solange), avós paternos e maternos, a minha querida sogra Cota (Dona Celina) e o meu sogro Bia (Sr. Bienor, o meu querido Bia), fontes principais do entusiasmo na elaboração e criação desta associação. É preciso não pensar na idade, mas vivê-la; saber ser feliz é preciso, antes de tudo, encontrar a paciência, suprir a necessidade da mente, em busca do dia-a-dia na consciência de entender que um dia você pode lutar para vencer, mesmo que antes já tenha sido derrotado, mas sem nunca perder as esperanças.

Porque o comodismo é a injustiça da liberdade, que provoca o transtorno, e o desamor à condição de caminhar pela paz.

E a vida é todo o espaço de tempo que temos para pensar no momento em que estamos conscientes do que fazemos em benefício do amanhã pela Caprinocultura e Ovinocultura.

A todas as pessoas da “ONG AIAS - Caprinos & Ovinos”, aos diretores, conselheiros, amigos, pessoas que colaboram diretamente ou indiretamente, ao meu Compadre e grande Amigo Everson Soares de Oliveira o Sonn, obrigado, para o sucesso desta associação, para que este material chegue até você, nosso muito obrigado.

“O maior sentimento que podemos ter é sentir no coração que Deus pode realizar aquele sonho que para muitos é impossível, mas para Deus não, porque quando eu não posso Deus pode.”

AIAS
Pelo Latim Ahias, do Hebraico Ahiyas
“Amigos de Deus”